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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Programa cautelar trará confiança

Enquanto por cá os partidos se digladiam sem saberem ao certo do que estão a falar, chegam de lá de fora sensatas recomendações. Um programa cautelar traria confiança aos investidores e ajudaria o país a financiar-se directamente nos mercados a taxas bem mais baixas. Por cá ter acesso a um programa cautelar equivale a um falhanço.

“Se Portugal negociar uma linha de crédito (cautelar) no início de 2014, isso poderá melhorar significativamente a confiança dos investidores e contribuir para tornar mais suave o regresso aos mercados”.

Os partidos vão dizendo o que interessa no momento. E, a saída "limpa" da Irlanda tem a ver com a poupança de 25 mil milhões de euros o que, evidentemente, lhe permite emitir dívida nas melhores condições, não precisando por isso do programa cautelar.

O sucesso do ajustamento português continua a ser muito importante para a União Europeia e isso basta para que haja disponibilidade negocial de todos os envolvidos quando chegarmos ao momento de negociar um programa cautelar. E acreditem que chegar a esse momento é o melhor a que podemos realisticamente aspirar. Assim, Presidente da República, governo, partidos e Tribunal Constitucional percebam o que é evidente.