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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O estado deixará de ser o prescritor, o produtor e o cliente

Os clusters que Portugal deve promover estão há muito definidos, é só preciso apostar forte. Há mais de vinte anos que o país pagou (principescamente) um estudo a um guru de que me não lembra agora o nome, e que nos veio dizer aquilo que já sabíamos. Devíamos apostar nas actividades em que temos matérias primas e nas que temos experiência. Vinho, agricultura, pescas, têxteis, reparação naval, conservas...

Sabe-se o que aconteceu. Trocamos grande parte dessas actividades por subsídios .

Agora precisamos de retomar as actividades onde somos bons. Não é para voltar a trás, como bem diz Hollande : Não é um regresso ao passado, esclareceu o Presidente francês, na apresentação do plano no Eliseu. Longe da estratégia dos anos 1960, “onde o Estado era o prescritor, o produtor e o cliente”, disse, o Estado intervirá, sim, mas através de legislação, incentivos fiscais ou financiamento público. “França tem de relançar a sua produção, propor novos objectos, utilizando os últimos avanços tecnológicos, os últimos equipamentos, as últimas máquinas, as últimas propostas de criação industrial”, disse François Hollande, citado pela AFP.

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