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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Reformar o estado? Comecem pelos Centros de Emprego

Fazer coincidir a oferta de emprego com a procura é algo que as empresas privadas do sector fazem com mais eficácia. E com um custo muito inferior para  o estado. Pagar às empresas privadas de acordo com os postos de trabalho conseguidos. Por cada trabalhador empregado o estado pagaria uma certa importância. Convertia-se uma estrutura pesada de custos fixos por um sistema de custos variáveis . Poupavam-se milhões de euros anualmente e com melhores resultados.  Para os centros de emprego restaria o trabalho de controlo, fiscalização e estatística.

Estive à conversa com um dos muitos imigrantes desempregados que trazem os filhos para o parque infantil aqui junto de minha casa. Relatou-me o que eu bem conheço por experiência pessoal. A arrogância de quem tem emprego para toda a vida e que não tem que mostrar resultados perante os desempregados.                                                                                                                                          Em determinada altura da minha vida resolvi beneficiar de um esquema que permitia a reforma antecipada. Mas tinha o grave inconveniente de ter que passar pelo Instituto do emprego. A forma como fui tratado só é possível quando se encontram duas pessoas em situações  completamente desiguais. Uma convencida que pode usar a má educação e a prepotência de quem se julga protegida dos males do mundo. A outra fragilizada  sabendo que a revolta lhe vai arranjar um monte de más vontades.

Só numa situação em que ambas as partes tenham algo a ganhar ou a perder é que funciona. E muito mais eficaz e mais barato.

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