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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A renegociação da dívida do BE e do PC não existe

As reuniões com o PS acabaram antes de começarem. Esbarraram no que os separa profundamente e que não é mais que uma falácia do PC e do BE. A renegociação da dívida nos termos em que o PC e o BE defendem não existe. A Grécia, tantas  vezes dada como exemplo, está a pagar caríssimo a renegociação imposta pela Alemanha. Baixou de 300 mil milhões para 200 mil milhões o valor da dívida, mas deixou de ter acesso aos mercados por décadas, o deficit público primário tem que desaparecer ( não há quem o financie ) e por isso está sujeita a uma austeridade muito mais rápida e brutal que a nossa . Faliram bancos que tiveram que ser recapitalisados. Paga juros a taxas altíssimas.

Portugal com o acordo da Troika fez deslizar metas e baixar os juros, o que é uma forma dissimulada de reestruturar a dívida.

Se seguisse o caminho da renegociação da dívida defendida por aqueles dois partidos, Portugal ficaria isolado financeira, económica e politicamente. E ainda cultural e socialmente. Teria consequências civilizacionais que os nossos filhos e netos não merecem e não nos perdoariam.

É por eles e pelos mais pobres que temos que seguir o caminho da seriedade e do trabalho. Exportar mais, voltar à indústria, fazer mais e melhor agricultura e mais e melhor turismo.

Os países que se desviarem desse caminho ficarão fora da globalização e pagarão muito caro. Contrariamente ao que PC e BE nos querem vender não há almoços grátis!

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