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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O nosso contributo é aceitar que o Estado tem que ser reformado

MST : Nada querer ver, nada querer mudar, é o reflexo expectável de uma geração que se habituou a viver sob a protecção do estado e dos seus dinheiros europeus, acumulando défice e acumulando dívida para a geração seguinte"....enquanto que todas as famílias cortaram despesas, o Estado  aumentou a sua em 7%, aliviado por uma receita fiscal de 8% (graças sobretudo, à subida da receita do IRS em 23%)...ou seja o estado continua a roubar a economia para se sustentar e, em especial a roubar os que vivem do trabalho.

...ainda há dias o administrador da Porto Editora dizia que o seu mercado tinha descido de 145 000 alunos para 104 000 alunos e o mesmo podia ser dito por todos os que trabalham no mesmo sector etário. Mas tudo se passa como se os únicos ameaçados ou atingidos pelas consequências deste fenómeno ( redução da natalidade) fossem os professores. Para eles não há alunos, há "horários zero" - um conceito laboral que levaria qualquer empresa privada à falência. Os professores agora não leccionam, fazem "coadjuvação" , "apoio educativo", "oferta complementar do 1º ciclo" ou "leccionação  a grupos de homogeneidade relativa"...para rir se não fosse trágico.

O emprego garantido e os privilégios irrevogáveis de alguns resultam no desemprego de muitos mais.

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