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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Não nos governamos nem deixamos que nos governem

A primeira dose foi nos idos de 70. Logo que derrubado o muro do fascismo cada qual correu para seu lado. Foi preciso combater os que queriam impor uma ditadura (outra) à esquerda ou à direita. Venceu a maioria que se tem renovado há quarenta anos em eleições livres e democráticas. Na social democracia e no socialismo democrático.

Logo a seguir tivemos a descolonização. Os detentores da vontade dos povos fizeram o barulho suficiente para que as ex-colónias fossem entregues aos "progressistas". Sem controlo de uma entidade supranacional e sem eleições. A verdade dos amigos da igualdade e da justiça está à vista. Miséria inenarrável, ditaduras de cleptómanos.

Depois tivemos a entrada para a União Europeia. Cá, os de sempre, estiveram ( e estão) contra. E há eurocépticos. Querem-nos fora da União Europeia e do Euro, sem os subsídios que transformaram este país num lugar decente e moderno. Com estado social como nunca tivemos antes.

    Agora, depois do desvario, muitos estão contra a disciplina orçamental que os nossos parceiros europeus nos querem impor. Fartos de pagar os desperdícios de um estado obeso e "filho de si mesmo". Os mesmos que vivem à conta dos impostos de quem trabalha, que têm mordomias que só chegam a alguns. E, ao mesmo tempo, odeiam quem singra na vida à custa do empreendorismo, que cria postos de trabalho e riqueza.

Atrás de uma ideologia pretensamente "progressista" está a visão "tacanha" de quem não quer mudar, de quem não quer aprender com os países melhor sucedidos. Mais ricos e mais justos.

Andamos nisto há quarenta anos a defender o povo das "manhãs que cantam", do isolamento e da miséria. Das "grândoladas" e das elites! Não chegam os 80% que em eleições livres nos querem na democracia, no estado de direito e na União Europeia!