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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O cobrador de fraque

Em Portugal tratava-se de "obra pública". Estádios, autoestradas, Expo-98...foi a maneira de virem cá buscar a parte de leão. Os subsídios europeus pingavam ao ritmo alucinante de 9 milhões por dia. A UEFA, a FIFA, a banca, as construtoras apresentaram-se á cobrança. Dez anos depois o país anda de mão estendida. Querem um exemplo de "trabalho precário"? É esse que dura dois ou três anos e a seguir manda tudo e todos para o desemprego.
Os brasileiros ( a classe média que cresceu com Fernando Cardoso e Lula) já têm exemplos suficientes. Muitos andaram por cá nessa altura. Percebem que o Mundial de Futebol e os Jogos Olímpicos são a face visível do "cobrador de fraque" . Quando levantarem a "feira" restam os estádios às moscas, as autoestradas sem carros e os trabalhadores sem trabalho ou com trabalho precário. E as favelas!
A outra face da obra pública!