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BandaLarga

as autoestradas da informação

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E se os sindicatos apresentarem aviso de greve para 2 de Julho ?

No Profblog : ...Cenário mais gravoso: Os sindicatos convocam nova greve ao exame de Português para o dia 2 de julho e o Supremo Tribunal Administrativo confirma a decisão da comissão arbitral; o Governo não pode decretar serviços mínimos nem a requisição civil. Neste caso, é preciso responder de forma totalmente inovadora. O MEC tem um mapa completo das escolas onde não se realizaram exames. É de crer que, se for convocada greve para o dia 2, o comportamento dos professores e das direções executivas dessas escolas será o mesmo. Há 20000 alunos que têm de fazer a prova de Português no dia 2 de julho.                                                                     O MEC pode desenhar um plano em parceria com as associações de escolas privadas e cooperativas de modo a deslocar a logística dos exames das escolas estatais onde hoje não se realizaram exames para as escolas privadas situadas nas mesmas localidades, recorrendo aos docentes dessas escolas.                                                                                                                                                             O MEC tem de fazer um estudo comparando a posição das escolas nos rankings e os níveis de adesão à greve dos exames. Se se confirmar esta tendência "as escolas com pior desempenho nos rankings foram aquelas em que a adesão à greve dos exames foi maior", talvez se possa inferir pela existência de uma correlação entre falta de profissionalismo docente e desempenho escolar dos alunos.


Blasfemias, cruzando os dados da adesão à greve com os resultados nos rankings, avança com estes números que dão que pensar: 80% dos alunos a exame foram prejudicados na Escola Secundária Quinta das Flores (Coimbra; lugar 76 do ranking), 80% no Liceu Camões (Lisboa; lugar 96 no ranking) e 100% na Escola Secundária de S. Pedro (Vila Real; lugar 123 do ranking). Abaixo do número 200 do ranking, não há mais informações disponíveis. Por que não começar por privatizar ou concessionar a gestão a privados as escolas que revelam, simultaneamente, piores desempenhos nos rankings e 100% de adesão à greve dos exames?