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BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

"Saiam de casa". Cumpram as normas de segurança, mas saiam !

Os Britânicos criaram um programa de apoio à restauração em que cada cidadão pode ter a sua conta de refeição paga em 50% com um limite de 10 libras por pessoa. É uma medida direccionada à procura, porque se percebeu que após o estímulo ao confinamento e depois de proteger a oferta é necessário incentivar a procura.

A hotelaria, o alojamento e a restauração nacionais estão a necessitar de estímulos destes. Trata-se de ocupar o espaço, dar uso ao capital instalado, ocupar e dignificar as pessoas, dando o poder de decisão ao cliente/consumidor.

O mesmo se deveria ter feito no apoio à comunicação social : deixar na mão do leitor, espectador, ouvinte o direito a dirigir o seu apoio através da sua escolha.

Claro que isto tem um grande inconveniente ; repõe na mão do povo os impostos que lhe são cobrados e retira da mão do governante a moeda com que compra votos.

PS : Expresso - João Duque

E se a imunidade chegar antes da vacina ?

Há cada vez mais cientistas, universidades e farmacêuticas a afirmar que a imunidade vai chegar lá para Outubro bem antes da vacina.

Paralelamente a DGS vai dizendo que não faltarão vacinas e que pondera que a vacinação seja obrigatória. Parece razoável que a DGS esteja a jogar à defesa não vá o pessoal começar ( se é que ainda não começou) a abrir e fazer asneiras.

Mas que dizer das escolas ? Os alunos não são um grupo de risco ( é uma evidência), o espaço e os vários factores que podem contribuir para a transmissão podem ser anulados ou no mínimo suavizados. E numa escola a gozar de autonomia os instrumentos e acções a tomar são mais que muitos.

Mas a posição do Ministério é ambígua, insiste na centralização da decisão contra a opinião dos Directores das escolas e do que é razoável. Centralização que a DGS também parece comungar.

Ora se os modelos matemáticos forem confirmados pelos factos ( imunidade antes da vacina e a andar pelos 10% da população infectada, já em Outubro, sem segunda vaga e a manter-se uma mortalidade baixa ) estamos a prejudicar gravemente a educação dos alunos.

É grave e não é fácil para quem tem que tomar decisões mas não daria, hoje, como adquirida a decisão. Preparar para uma segunda vaga, sim, mas não ir mais além porque o medo nos colhe.

O Hospital Oriental de Lisboa será uma parceria-público-privada

O Estado não tem dinheiro e sem dinheiro ou faz uma parceria com os privados ou não há hospital. É simples. E isto enquanto o BE exige que terminem as parcerias público/privadas

Uma parceria de concepção/ construção/manutenção e Gestão. O consórcio formado pela Sacyr Somague e Aberdeen lidera a fase preliminar de análise e avaliação das propostas para a construção e gestão do novo Hospital de Lisboa Oriental, com uma oferta de cerca de 270 milhões de euros.

Em Portugal, a Sacyr Somague já participa em conjunto com o fundo Aberdeen na gestão de três hospitais que somam mais de 1.200 camas disponíveis: Hospital Vila Franca de Xira, Hospital de Braga e Hospital Ilha Terceira, refere a agência de notícias espanhola.

O novo hospital de Lisboa deverá estar construído em 2023 e terá uma capacidade mínima de 875 camas. O HLO vai representar para o operador privado um investimento total de cerca de 330 milhões de euros e, para o Estado, estima-se uma renda anual que poderá rondar os 16 milhões de euros durante os 27 anos do contrato, segundo a ARSLVT.

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Para António Costa os heróis do SNS são uns cobardes nos lares

Lembram-se daquela foto em frente do Palácio de Belém, em que as mais altas figuras do governo, atribuíam a escolha do nosso país para a disputa da fase final do campeonato de futebol como um prémio aos heróis do SNS que combatiam na linha da frente o covid 19 ?

Corre por aí este vídeo :

Para Costa o que é verdade hoje é mentira amanhã estamos fartos de saber mas não deixa de surpreender. E porquê tudo isto ? Porque a Ordem dos Médicos tem criticado duramente o governo e a sua política para a Saúde e no combate à Covid 19. O que se passou no Lar de Reguengos de Monsaraz com os coronéis socialistas borrou a pintura ente governo e OM.

A pandemia tem duas faces. Uma aguenta todos as culpas da situação que já era muito frágil antes do vírus, a outra, pôs ao léu todas as misérias cuidadosamente escondidas durante este últimos 20 anos de governo do PS.

Chega ( sem ironia )

Do alto da sua arrogância mansa Costa não reconhece os lares

António Costa escusa de dizer que não reconhece a existência de lares feitos caixotes, onde se depositam seres humanos idosos, porque isso é o resultado das pensões miseráveis que a Segurança Social paga. A quem trabalhou a vida inteira.

E o actual primeiro ministro que é membro de governos PS há pelo menos 14 anos não pode negar a sua responsabilidade. A culpa nem sempre morre solteira.

Em Portugal, no espaço de um país alternativo sem visitas e sem sonhos, os surtos sobem. O Primeiro-Ministro, do alto da sua arrogância mansa, não quer reconhecer que o país clandestino onde se armazena os dispensáveis num universo paralelo e concentracionário, são também e sobretudo a vergonha e a negação de um discurso social que de social transporta apenas a matriz política. Em Portugal, os lares são ilhas de um arquipélago imenso, desconhecido a perder de vista, em que a incúria do país se esconde por detrás do silêncio e da formalidade burocrática. O que não deixa de ser extraordinário é que a indignação que invadiu Portugal de norte a sul quando dois canis clandestinos arderam por desleixo e mão criminosa foi maior do que qualquer gesto de compaixão para com os mortos anónimos nessas ilhas isoladas. A vida de um cão novo vale mais do que a vida de um homem velho.

Há 20 anos a empobrecer

Este gráfico é da autoria do Jorge Costa
 
. Conta a história do nosso país nas últimas décadas do ponto de vista dos salários reais. Conta a história da estagnação das últimas duas décadas. Conta como as remunerações reais por trabalhador foram em 2019 (nos próximos dois anos será pior) 0,1% INFERIORES às de 2000. E sem contar com as centenas de milhares que neste período tiveram de emigrar.
Conta a história de um tremendo fracasso político.
E tudo querem fazer para ter mais duas décadas iguais
 

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Os coronéis socialistas de Reguengos de Monsaraz

Um espelho do país que vinte anos de governação socialista transformou Portugal ficou ao léu na terra alentejana. Os coronéis socialistas comem tudo e não deixam nada.

Numa terra ( como tantas outras) onde o maior empregador é a câmara e os serviços onde o presidente da câmara manda, não há vozes críticas. É preciso que morram idosos abandonados em lares mal cheirosos a que a comunicação social deu estampa para que se encontre o inferno há muito anunciado.

E do governo nacional aos governantes do poder local ninguém sabia de nada. Apanhados nas suas mentiras recorrem à primeira página do semanário EXPRESSO para que o primeiro ministro possa lavar a nódoa. É claro que em Reguengos correu mal diz Costa, tentando a cerca sanitária como se este caso fosse único quando todos sabemos que é, antes, o retrato do país. 

Um país que paga pensões de miséria, que enche listas de espera nos hospitais com milhares de doentes idosos e pobres e, que, paga salários mínimos que não sustentam uma vida digna a quem trabalha.

Guterres deixou um pântano ; Barroso um país de tanga ; Sócrates uma bancarrota e chamou uma troika estrangeira para nos envergonhar e António Costa deixa um país poucochinho, pobre e na cauda da União Europeia.

Chega ( sem ironia )

 

Mais um direitolas preocupado e já em 2017

Mais um direitolas preocupado com o défice

Vital MoreiraComo já aqui se tinha assinalado há algum tempo, o excedente comercial externo - que é uma façanha recente da economia portuguesa - está a reduzir-se a ritmo acelerado, apesar do considerável aumento do saldo positivo do comércio de serviços (mercê do boom do turismo), uma vez que ele é superado pelo défice crescente do comércio de mercadorias, consequência do crescimento económico interno, e em especial do consumo interno, alimentado pelo aumento do poder de compra e do crédito.
Por este andar - bastará o arrefecimento da invasão turística -, não tardará muito a regressarmos à tradicional situação deficitária da balança comercial global, retomando o endividamento externo da economia portuguesa.

Os lares pavorosos que a pandemia descobriu

É bem de ver que António Costa não sabia como, habitualmente, não sabe de nada. E veio a terreiro defender a ministra do Turismo que agora é ministra da Segurança Social sem nada dela saber.

O primeiro ministro na ânsia de atirar as culpas para outro seja ele quem for, ganhou uma guerra com os médicos e com as famílias dos idosos internados. A vergonha oculta é muita e há muito tempo, não basta dizer que não sabe de nada quando o PS está há 16 anos no governo nos últimos 20. E se não sabe isso só dá conta da sua incompetência.

Lá em Reguengos tudo está nas mãos de gente do PS que, aliás, toca mais que um instrumento, resultado do assalto que os socialistas fizeram à Administração Pública. Com os resultados que vamos conhecendo.

No SNS as listas de espera são o resultado da política da extrema esquerda que prefere ter doentes à espera e não tratados a enviá-los para o sector privado para tratamento. E, tal como nos lares, só lá encontramos gente idosa e pobre.

É tempo de acabar com esta governação poucochinha que está a empurrar o país para a pobreza. A redução dos 2 milhões de pobres é uma quimera, o salário mínimo não é suficiente para dar às famílias uma vida digna e os idosos não têm voz.

Chega ( sem ironia )