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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Em Hong Kong a luta é pelo liberalismo

Milhares de cidadãos lutam nas ruas pela liberdade e nas recentes eleições o povo e o seu voto infligiram uma humilhante derrota aos ditadores chineses.

E sim, Hong Kong representa o maior contra-ataque deste século aos ideais socialistas, expondo que a intervenção estatal providencia uma ilusão inicial de sucesso que não dura muito tempo: a longo prazo, o socialismo nada é senão a fórmula perfeita para a tirania e miséria. E os cidadãos de Hong Kong sentem-no cada vez mais, à medida que a China trespassa as fronteiras da região para retirar liberdades individuais a cidadãos que se habituaram a viver em liberdade.

Falta-nos perceber, cá, na Europa privilegiada e Ocidental, o que os jovens de Hong Kong e de Moscovo já compreenderam: que o único antídoto para governos autoritários e oligárquicos é o liberalismo. Foi a doutrina liberal e a sua defesa da liberdade individual, do mercado livre, de um governo limitado, a par com a fé no progresso humano, que formou o mundo livre ocidental

As PPP são a tentação do PS e o regabofe do governo

A luta no interior do governo é sobre o investimento para o qual não há dinheiro e as PPP ( Parcerias-público-privadas) que permitem lançar as grandes obras públicas na falta de investimento público.

Foi o RU que inventou este modelo de financiamento. Os privados avançam com o dinheiro e o  Estado paga ao longo de vários anos com rendas que englobam a devolução do investimento e os respectivos juros. O RU lançou uma meia dúzia mas Portugal passa a centena.

Para já sabemos hoje que as PPP deixaram de estar sob a tutela das Finanças ( Centeno) e  passaram para as mãos da Economia ( Siza Vieira). O BE até passou a ideia que não havia mais PPP esqueceu-se foi de dizer que as "suas" PPP são as da gestão de hospitais públicos. As mais levezinhas.

Agora o governo já fez aprovar um decreto-lei que determina que as PPP são decididas caso a caso em Conselho de Ministros e que deixa cair os pressupostos de controlo anteriormente observados. BE e CDS já reagiram e querem discutir o decreto-lei na Assembleia da República tentando controlar o regabofe. Daqui a uns anos vamos ter um culpado do governo seguinte.

Mais uma festa !

Só quatro países da Europa crescem menos que Portugal

Sem mais crescimento não conseguiremos resolver os cada vez mais evidentes problemas com que nos debatemos apesar da mais elevada carga fiscal de sempre. Crescer redireccionando o crescimento é a chave do problema que afecta a degradação dos serviços públicos e mantém na pobreza dois milhões de portugueses. Bem pode Centeno cativar e Costa mentir.

O que diz o ritmo de Portugal é que a economia nacional vai em abrandamento: face ao primeiro semestre o crescimento passou para metade.

A pobreza e a poluição andam de mãos dadas

  1.  

    Sem capacidade de inovação e sem novas tecnologias não há qualidade de vida. Não é por acaso que na Europa nunca tivemos desastres ecológicos, derrame de petróleo ou destruição de uma central nuclear. 

Entre o negacionismo reacionário e o anticapitalismo primário, há-de haver um meio-termo civilizado na protecção do planeta. E esse meio-termo não há-de estar dependente do fim do crescimento económico, mas da reorientação do crescimento, nas políticas públicas e nas opções privadas, segundo pressupostos de sustentabilidade.

A solução para a emergência ambiental não está em refrear a criatividade natural do ser humano, nem numa demanda impossível contra o nosso egoísmo intrínseco. Está na nossa liberdade e na nossa infinita capacidade de inovação tecnológica. Determinada, é claro, pelo desejo permanente de melhorarmos a nossa condição. O que salvará o planeta é o capitalismo.

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O que salvará o planeta é o capitalismo

Pela sua natureza o homem pensa primeiro no seu benefício mas como todos os homens pensam da mesma forma isso formata o interesse de todos. É o capitalismo

O principal objectivo de uma pessoa, numa ordem capitalista, é preocupar-se com o seu próprio bem? É. Mas isso é algo que a pessoa só consegue porque todas as outras pensam da mesma forma, competindo com desígnios contraditórios ou confluentes, e assim ajudando-se ou moderando-se mutuamente. Com todos os seus problemas, as sociedades liberais capitalistas foram sempre aquelas em que o progresso da qualidade de vida foi maior. A Humanidade descobriu uma forma de ir domando a sua natureza - imperfeita, falível e conflituosa - e de a ir determinando em boa direcção.                                                                                                             

Entre o negacionismo reacionário e o anticapitalismo primário, há-de haver um meio-termo civilizado na protecção do planeta. E esse meio-termo não há-de estar dependente do fim do crescimento económico, mas da reorientação do crescimento, nas políticas públicas e nas opções privadas, segundo pressupostos de sustentabilidade.

A solução para a emergência ambiental não está em refrear a criatividade natural do ser humano, nem numa demanda impossível contra o nosso egoísmo intrínseco. Está na nossa liberdade e na nossa infinita capacidade de inovação tecnológica. Determinada, é claro, pelo desejo permanente de melhorarmos a nossa condição. O que salvará o planeta é o capitalismo.

 

Socialistas em queda, CHEGA em 4,9%, INICIATIVA LIBERAL nos 2,8%

Sondagem do Jornal de Negócios. A direita veio para ficar tal como chegou no resto da Europa.

INICIATIVA LIBERAL e CHEGA juntos somam 7,7% e se lhes juntarmos o ALIANÇA 0,7% o BLOCO de DIREITA ultrapassa os 8%. Nada mau para quem está no início. 

São partidos democráticos liberais, europeístas e pró-economia de mercado. Fazem falta num "país a caminho do socialismo" que vai caindo na tabela do PIB e que não deixa que a sociedade civil respire. O Estado é cada vez maior e mais interventivo. 

A Democracia tem caminhos para encontrar soluções. Ao fim de 40 anos está em marcha uma reforma política que os partidos da situação nunca permitiram. Mas o que tem que ser tem muita força.

António Costa ao derrubar um muro à esquerda ergueu outro à direita. Pelo menos facilitou o que já era inevitável.

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Todos os dias nos esquecemos disto

Quais são os países mais pobres e mais ricos ? Todos os dias há quem queira esconder a realidade. Os países mais pobres na Europa são todos os que saíram da órbita da ex-URSS. Os países ocidentais estão entre os que são mais ricos a nível mundial.

Há desigualdades ? Claro que sim, mas nos países pobres os cidadãos são todos pobres .É solução? Claro que não.

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