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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Costa já percebeu de que lado está a maioria da sociedade civil

É claro que não ter dinheiro ajuda muito. Não havendo dinheiro não há palhaço e Centeno diz o que Costa não pode dizer. Mas o Primeiro Ministro também sabe de que lado está a opinião pública.

Só o PC e o BE e aquela ala esquerda do PS é que não se importariam de estragar todo o trabalho orçamental realizado e aumentar a despesa pública . Mas como não há dinheiro, o défice não pode aumentar, a dívida não pode crescer, a carga dos impostos não pode ser maior e a economia já está em trajectória descendente, resta a coragem de dizer "não" aos sindicatos.

Mário Centeno: “Não há margem para mais despesa”

Ministro das Finanças recusa, em declarações ao Expresso, gastar mais com enfermeiros e professores. Como António Costa vai gerir o ano eleitoral sem mais dinheiro. Empresários pedem estabilidade política. Marcelo pressionou primeiro-ministro a negociar

 

 

 

Os apoios a Tomás Correia da sociedade civil são surpreendentes

Com processos a correr contra ele mesmo assim, ou por isso mesmo, Tomás Correia contou com apoios de peso de gente bem conhecida. Porque será ?

Agora que o gestor foi condenado podemos esperar a sua demissão do cargo de presidente do Montepio ? E as pessoas públicas que o apoiaram irão retirar-lhe o apoio que o ajudaram a ganhar as recentes eleições para o Montepio ?

Fernando Ribeiro Mendes apresentou a sua lista que conta com o nome de João Costa Pinto, antigo vice-presidente do Banco de Portugal, para o conselho geral da associação. Durante a apresentação da candidatura foi revelado ter sido enviada uma carta ao ministro do Trabalho e da Segurança Social, Vieira da Silva, mas também ao primeiro-ministro e ao ministro das Finanças, a chamar a atenção “para a situação financeira da Associação Mutualista levada a cabo pela atual administração”.

A apresentação, que decorreu no Teatro Capitólio, em Lisboa, contou com presenças e apoios de vários integrantes da comissão de honra da Lista A, como Manuela Ramalho Eanes, Jorge Coelho e os fadistas Camané, Cuca Roseta, Maria do Céu Guerra, Carlos Lopes, José Eduardo Martins, Edmundo Martinho (provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa), Rui Nabeiro, Francisco Moita Flores, assim como Maria de Belém Roseira, candidata da lista ao conselho geral.

Estiveram ainda presentes João Pedro Pais, Vitorino, Hélder Moutinho e António Manuel Ribeiro (UHF), Godinho Lopes e Sousa Cintra (ex-presidentes do Sporting), João Varandas Fernandes, António Pedro Vasconcelos, entre outras figuras públicas.

Tanta gente de esquerda que está com Tomaz Correia

É dificil perceber que tanta gente de esquerda tenha apoiado o gestor agora condenado a pagar multas milionárias por graves decisões.

Em causa neste processo estão, entre outros ilícitos, várias violações do sistema de controlo interno do banco no âmbito da gestão do risco de crédito, ou seja, foram aprovadas muitas operações sem que houvesse análise de risco adequado, ausência de constituição de provisões para risco especifico de crédito, concessão de créditos a sociedades de que os administradores eram gestores, assim como incumprimento nos deveres de implementação de controlo interno na verificação da origem do dinheiro dos subscritores das unidades de participação,

Nada disto impediu que muita gente de esquerda tenha apoiado a reeleição de Tomaz Correia. Porque será ?

Há um fosso de hostilidade entre público e privado

Há cada vez mais a ideia que os trabalhadores da função pública são uma casta à parte.

Mas o fenómeno tem raízes mais fundas que vão para lá das lideranças concretas. Uma destas parece ser a ideia que se vai generalizando e que postula que a Função Pública é uma casta à parte, com privilégios intangíveis para a generalidade dos cidadãos: a segurança no emprego, as idades de reforma e a carga horária semanal são apenas alguns dos exemplos mais evidentes. Acresce que, se é certo que o problema não foi inventado por este Governo, é bom que se diga que foi muito agravado por este Governo. Na hora de redistribuir rendimentos, o mínimo que se pode dizer é que não existiu uma preocupação de equidade entre os funcionários públicos e os trabalhadores privados.

A prazo, talvez a um prazo mais curto do que imaginamos, esta incompreensão e este ressentimento encontrarão formas de expressão nas políticas públicas. Basta, aliás, perceber que são só elas que autorizam a firmeza e a rigidez de um Governo que já percebeu para que lado pende a opinião pública. O que vem aí não é bonito, mas tem responsáveis.

 

Há perguntas que não são sérias

Corre por aí um vídeo em que um médico pergunta : "porquê pagar 600,00 euros por um exame no privado se no público se paga 8,00 euros ?"

Há perguntas que não são sérias e que põem em causa a respeitabilidade de uma reportagem. Esta é uma: "porquê pagar 600 euros a um privado por um exame que custa 8 euros no público". E a pergunta não é séria porque confunde os custos que o utente paga num hospital público com os custos reais dos serviços hospitalares (muitíssimo superiores) -- para sugerir que os privados se enchem de dinheiro à conta do Estado, multiplicando quase por 100 o custo dos serviços que presta. Note-se que a discordância faz parte dos debates civilizados, é normal não estarmos todo de acordo e é igualmente normal que tenhamos visões diferentes sobre quais são as melhores formas de contribuir para o bem público na área da Saúde. Mas colocar a questão nos termos da pergunta lançada na reportagem é manipulação da informação.

PS :

Um passo de gigante - Zona Euro com orçamento

Os passos a dar são dificeis mas  necessários . Um dos mais importantes é dotar a Zona Euro com Capacidade Orçamental. Não se trata de juntar mais um orçamento aos já existentes orçamentos sectoriais de coesão.

O debate entre os ministros das Finanças do Eurogrupo não evoluiu ainda para a fase em que se discute o montante global para esse novo orçamento da zona euro, que estará disponível para reduzir disparidades entre Estados membros, apoiar reformas estruturais e aumentar a produtividade e a “atractividade de pertencer à zona euro”

Na mesma sessão, o comissário europeu para os Assuntos Económicos e Financeiros, Pierre Moscovici, considerou que além da promoção da convergência e competitividade, o orçamento da zona euro deve também conter uma “dimensão de estabilização”, que garanta a resiliência e estabilidade da zona euro, protegendo os Estados membros de choques assimétricos.

“É preciso um verdadeiro orçamento da zona euro que seja mais do que um instrumento orçamental e não esqueça nenhuma dimensão, nomeadamente de estabilização."

A Zona Euro desenvolve-se e estabiliza fazendo ela própria o caminho

O Estado-governo e o centralismo democrático

O partido único marxista . A dignidade da pessoa humana é definida por Kant na afirmação de que os seres humanos são fins em si; e portanto não são simples meios de que uma vontade colectiva possa dispor politicamente. Pelo que não é legítimo que (através de políticas públicas) um Estado-Governo lhes venha substituir outras finalidades, ou impor caminhos que levam a outras finalidades.

...que estão sempre a negar aos cidadãos as suas liberdades pessoais de escolha, impondo-lhes monopólios prestativos públicos-governamentais),

Nenhum homem tem o poder de governar outro homem. E um tal poder só lhe poderá ser institucionalmente atribuído a título limitado e subsidiário; nunca a título ilimitado e substitutivo. Todos os partidos autoritários e totalitários são centralistas. Basta isto para desconfiar do centralismo, como anti-democrático. Não por acaso, foram os marxistas, inventores do moderno partido único e totalitário, quem também inventou o supremo sofisma do “centralismo democrático”.

Com a oferta a encolher assim os doentes ficam muito pior

Esta relação das unidades privadas que fecham se não houver acordo com a ADSE mostra bem que quem fica prejudicado são os doentes e o SNS que já está entupido mais entupido fica.

São dezenas de unidades altamente diferenciadas, que empregam milhares de médicos, enfermeiros e outros profissionais todos eles altamente diferenciados, que prestam serviços altamente diferenciados. Serão substituídos como e por quem ?

Por um SNS a rebentar pelas costuras que depende de um estado sem dinheiro para investir ? E como assegurar a liberdade de escolha um direito democrático fundamental ?

Nos países democráticos europeus estas questões não se colocam, porque tais países têm dinheiro, os cidadãos gozam de um nível de vida que nós não temos e os direitos democráticos são garantidos.

Lisboa

CUF Infante Santo
CUF Descobertas Hospital
CUF Belém Clínica
CUF Alvalade Clínica
CUF Torres Vedras Hospital
CUF Cascais Hospital
CUF Mafra Clínica
CUF Sintra Clínica
CUF São Domingos de Rana Clínica
CUF Miraflores Clínica
Hospital da Luz Lisboa
Hospital da Luz Oeiras
Hospital da Luz Torres de Lisboa
Hospital da Luz Clínica de Amadora
Hospital da Luz Clínica Lagoas Park
Hospital da Luz Clínica de Odivelas
Hospital do Mar Cuidados Especializados Lisboa
Hospital Lusíadas Lisboa
Clínica Lusíadas Parque das Nações
Clínica de Stº António
Clínica Lusíadas Sacavém

Porto

CUF Porto Hospital
CUF Porto Instituto
Hospital da Luz Arrábida
Hospital da Luz Póvoa do Varzim
Hospital da Luz Clínica de Amarante
Hospital da Luz Clínica do Porto
Hospital do Mar Cuidados Especializados Gaia
Hospital Lusíadas Porto
Clínica Lusíadas Gaia

Aveiro

CUF São João da Madeira Clínica
Hospital da Luz Aveiro
Hospital da Luz Clínica de Águeda
Hospital da Luz Clínica de Oiã

Braga

Hospital da Luz Guimarães

Coimbra

CUF Coimbra Hospital
Hospital da Luz Coimbra
Hospital da Luz Clínica de Cantanhede
Hospital da Luz Clínica de Coimbra
Hospital da Luz Clínica da Figueira da Foz

Évora

Hospital da Misericórdia de Évora

Leiria

Hospital da Luz Clínica de Pombal

Santarém

CUF Santarém Hospital

Setúbal

CUF Almada Clínica
Hospital da Luz Setúbal
CLÍDIS – Clínica de Diagnósticos de Sines
Clínica Lusíadas Almada

Viana do Castelo

Hospital da Luz Clínica de Cerveira

Vila Real

Hospital da Luz Vila Real

Viseu

CUF Viseu Hospital

Algarve

Hospital Particular do Algarve – Alvor
Hospital Particular do Algarve – Gambelas – Faro
Hospital São Camilo – Portimão
Hospital São Gonçalo de Lagos
Centro Médico Internacional – VRSA
Clínica Particular do Algarve – Guia
Clínica Particular do Algarve – Loulé
Clínica Particular Medchique – Monchique
Clínica Particular de Vilamoura
Clínica Particular SIIPEMOR – S. Brás Alportel
International Health Centres – Albufeira
Hospital Lusíadas Albufeira
Clínica Lusíadas Faro
Clínica Lusíadas Forum Algarve

Alentejo

Clínica Particular de São Teotónio
Clínica Particular de Vila Nova de Milfontes
Clínica Particular de Odemira

Madeira

Hospital da Luz Funchal
Hospital da Luz Clínica do Caniço
Madeira Medical Center
Hospital Particular da Madeira – Funchal

 

 

2,6 milhões de seguros de saúde

Sempre a aumentar o número de apólices de seguros de saúde que já vão em 2,6 milhões. Se cada uma destas apólices cobrirem em média três pessoas temos 5,8 milhões de pessoas que beneficiam do acesso aos hospitais privados. É o que se passa nos países decentes.

É a liberdade de escolha que tanto incomoda os partidos da extrema esquerda e a parte esquerda do PS.

Porém, Pedro Pita Barros, professor na Universidade Nova de Lisboa, também ouvido pelo JN, defende que, ainda assim, o SNS está longe de ser posto em causa, evocando “problemas vários” nos seguros de saúde. E não existe conflito entre os dois sistemas: “O SNS tem o papel de segurador público. (…) Isso não impede nem contradiz que os hospitais privados tenham serviço de elevada tecnologia e que procurem estar presentes também na área da oncologia”.

Como impõe a razão e o interesse dos doentes

Um seguro público complementar para a saúde

Para assegurar a livre escolha e salvar o SNS.

Depois de um período de análise e de cálculo de prémio e benefícios dever-se-á criar um seguro público obrigatório, de base populacional, para permitir o acesso supletivo de toda a população ao sistema nacional de saúde, ou seja, ao SNS e ao setor privado, incluindo o social, em regime convencionado ou livre (sujeito a reembolso parcial). A existência de acesso livre e concorrencial ao setor público e privado irá determinar menores tempos de espera, maior escrutínio de todos os intervenientes e, porque a oferta de cuidados aumentará em presença da procura, é expectável uma deflação dos preços praticados no setor privado que são caríssimos em resultado da falta de resposta do SNS. Um sistema de seguro público complementar poderá libertar o SNS para as funções que não pode nem deve deixar de exercer, seja pelo risco e custo dos procedimentos, seja pela situação epidemiológica ou demográfica de procura escassa.