«Henrique Neto defende que os portugueses vivem “uma ilusão”, porque “o país não está melhor” com a geringonça. Prevê que o PS não consiga a maioria absoluta e repita a aliança com os partidos de esquerda. Uma solução que, na sua opinião, impede uma política económica “mais arrojada”.
Diz que António Costa não tem capacidade para fazer as reformas que o país precisa e “governa com dois ou três amigos” e que Rui Rio não tem “ideias alternativas à geringonça”.»
Há cada vez mais pessoas a avisar mas o governo nada verá até às eleições. Nessa altura será tarde se não for antes.
Os factores que levaram à falência de bancos e famílias estão aí novamente. Mas o Banco de Portugal anda a dormir e o governo faz de conta que não vê. E não verá até às eleições.Depois não digam que ninguém avisou.
Melhor exemplo: acaba de ser lançado no mercado um produto que traz de volta o financiamento a 100% da compra de casa, com a agravante de já não arrastar apenas indiretamente os fiadores. Não, a sugestão é mesmo hipotecar também a casa dos pais, ou de outros familiares próximos. Plantar a semente da multiplicação da dor futura.
Pior, voltou o crédito à habitação mais obras, no mesmo regime de dupla hipoteca. O que quer dizer que os 100% podem vir a ser excedidos por via de habilidades várias.
A visão de curto prazo que levou o país à quase bancarrota voltou. E as consequências serâo as mesmas.
O país está a fazer o que lhe compete. Está a receber portugueses que viviam e trabalhavam na Venezuela e que, pela força da miséria e do caos, foram obrigados a voltar à sua terra natal.
Miguel Albuquerque ( presidente do governo regional da Madeira) reiterou a sua proposta de criação de um corredor humanitário para chegar ajuda aos portugueses e lusodescendentes, e, no apoio aqueles que regressaram à Madeira disse que "há uma situação que obriga e vai obrigar a investimento do Estado português", que não contabilizou.
A visita do secretário de Estado das Comunidades à Venezuela no próximo fim de semana decorre numa altura em que portugueses e lusodescendentes gestores e gerentes de supermercados naquele país que foram presos, acusados de impedir o abastecimento de produtos básicos e de violarem as leis que regulam os preços.
O PCP e o BE é que estão muito preocupados com estes nossos conterrâneos...
"O BE exige ao governo a atribuição de matrícula ao navio negreiro Aquarium, mas da referida agremiação nem uma palavra de apreensão sobre os 500.000 portugueses que correm risco de vida na Venezuela. Estamos entendidos a respeito da hierarquia das prioridades."
O Bloco não para, está a adivinhar o desastre nas próximas eleições. As propostas que apresenta são de gente pouco exigente consigo própria, leves e populistas. Vai pagá-las .
As autoridades francesas recusaram o pedido. "De momento a resposta é não", disse Bruno Le Maire, ministro francês das Finanças. Segundo Le Maire, os navios nestas condições devem, segundo as regras europeias, aportar no porto mais próximo e Marselha não é o porto mais próximo [seria em Itália]. "As questões das migrações devem ser lidadas com clareza e firmeza e as regras europeias devem ser respeitadas."
A politica bloquista é a bem conhecida " é o quanto pior, melhor ", derrubar a União Europeia por dentro e colocar o governo de António Costa contra as regras europeias.
"O mais provável é que nem sequer tenha existido furto" dizia o ministro da Defesa. Hoje foram detidos vários elementos de elevada patente na PJ militar e na GNR. Que dizer disto ?
O governo tentou a todo o custo desvalorizar o furto porque sabia que só podia ter acontecido com cumplicidade internas e que a explicação cabal do assunto é uma machadada profunda na credibilidade das instituições militares. E a não explicação seria uma machadada ainda maior pela profunda insegurança que criaria entre a opinião pública
Para onde foram as armas ? Em que mãos caíram ? É assim que o terrorismo se arma ?
Em Entre - Campos há os terrenos da antiga Feira Popular onde a CML já anunciou que vai construir 70% de escritórios e apenas 30% de habitação. E logo a seguir há os terrenos em frente do ISCTE sem qualquer construção. Porque é que a CML não constrói ali residências para estudantes ?
Anos e anos ao abandono, a dimensão destes terrenos permite a construção de milhares de metros quadrados de habitação e, assim, fixar população, aumentar a oferta e reduzir os preços.
Também a Colina de Santana onde vários hospitais vão ser encerrados e substituídos com a construção do novo hospital de Todos-os Santos, na zona oriental da cidade, vai libertar milhares de metros quadrados de terrenos, estratégicamente posicionados perto da baixa de Lisboa e muito bem servidos por transportes.
Quando os partidos e a CMLisboa falam em falta de habitação escondem estes terrenos "fillet mignon", que vão dar fortunas a quem ali construir e à própria câmara e ao estado.
Se não se cria habitação na cidade, isto é um estímulo a mais pessoas viverem fora de Lisboa e mais carros a entrar na capital para o trabalho.
O que é que a esquerda tem a dizer sobre este absurdo? Vai ficar calada a ver esta oportunidade de ouro de aumentar o número de habitações em Lisboa ser escandalosamente desaproveitada?
E os “bem-pensantes” comentadores não têm nada a dizer? Não se indignam com este absurdo que está a ser perpetrado à vista de todos?
É bem mais fácil aumentar impostos, taxas e taxinhas que os contribuintes pagam.
Face às dificuldades em se chegar a um acordo razoável para o Reino Unido e para a União Europeia há cada vez mais políticos a avançarem com a possibilidade de um novo referendo. Amanhã na reunião do Partido Trabalhista esta questão vai ser colocada aos congressistas.
Um segundo referendo é o cenário preferido pela maioria dos trabalhistas britânicos — segundo uma sondagem recente, mais de 75% dos trabalhistas querem esse segundo referendo.
Corbyn explicou que, na sua opinião, seria preferível pedir eleições antecipadas, mas se a decisão dos congressistas for no sentido de pedir um segundo referendo, esse será o cenário pelo qual o líder trabalhista irá lutar nos próximos tempos.
O que as negociações sobre o Brêxit têm mostrado é que o Reino Unido enfrenta problemas sérios se sair da União Europeia com a Irlanda do Norte e a Escócia maioritariamente a quererem o " remain".
Catarina Martins desafia o PS a escolher entre a esquerda e a direita na Lei de Bases da Saúde. E qual é a diferença entre a esquerda e a direita no SNS ? Para o BE o SNS será de esquerda se for totalmente público e será de direita se os utentes tiverem direito de escolha e possam recorrer ao sector público, ao sector privado e ao sector social.
Que o estado assegure o acesso universal e gratuito à saúde estamos todos de acordo, agora que o Estado seja também o único prestador dos cuidados é que não se percebe como isso beneficia os doentes.
Ah, coisa e tal, o sector privado e o sector social "são negócio" . E pergunto eu, se o "negócio" cuidar bem dos doentes, reduzir as listas de espera para consultas e cirurgia, não é o doente que ganha ? Ou não ?
Mas para a actriz Catarina Martins o doente não interessa nada, o Estado gordo e monopolista é que é, a ideologia opera e trata os doentes...
Já demos com uma foto de um deputado do PCP ( que também quer o Estado como prestador único) na sala de espera de um hospital privado e, temo, que é só aguçar a lupa e ainda vamos encontrar um "Robles" na mesma sala de espera .
É que a impossibilidade do estado manter o SNS em níveis aceitáveis é tão óbvia que dificilmente se pode levar a sério esta "cena" da actriz que se converteu à política.
De acordo com o The Guardian, Therea May estará a ser alertada por alguns dos seus ministros para o perigo de um hard brexit e as suas consequências nefastas sobre o Reino Unido. Após a primeira-ministra ter visto o seu plano rejeitado pelos 27 no Conselho Europeu na Áustria, algumas figuras do Partido Conservador garantem que Downing Street arrisca uma "calamidade ao nível da crise do Suez".
"É como a crise do Suez. Não fazemos ideias quais vão ser as consequências indesejadas. As próximas três semanas podem mudar tudo. A crise do Suez durou meses e agora estamos noutro possível ponto de viragem na história política do Reino Unido", afirmou uma figura dos conservadores ao The Guardian.
Em Paris, na França em geral, têm um problema idêntico. E o que fizeram? Em cada operação urbanística a partir de um certo número de fogos, 25 % dos fogos têm de ter características para serem arrendados para habitação acessível. Esses fogos são comprados pela administração pública a preços mais baixos. Em Inglaterra fizeram o livro branco da habitação porque há também, concretamente em Londres, um problema crítico de custo das rendas. Em várias outras cidades este problema está a colocar-se. O chamado problema da affordable housing existe em praticamente todas as cidades europeias e nos Estados Unidos.
Mas o BE resolve tudo - não dá para mais - com o aumento de impostos e mais taxas e taxinhas. Enfim ir buscar o dinheiro onde ele está.