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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O monstro eléctrico foi criado no tempo de José Sócrates

O governo de Sócrates duplicou a capacidade já instalada. Esqueceu-se .

"O desastre do actual sistema eléctrico português teve origem em 2007, quando o então governo de José Sócrates, com Manuel Pinho como ministro da Economia, com a tutela da energia, decidiu instalar 8.000 MW de potência eólica remunerada por 15 a 20 anos com tarifas 'feed-in' [tarifas bonificadas de venda]", defendeu o antigo ministro.

Para Mira Amaral, "o governo de Sócrates esqueceu-se que já havia muita potência contratada através dos CAE [Contratos de Aquisição de Energia] e CMEC [Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual], os quais asseguravam o pagamento dos custos fixos de centrais que passaram a trabalhar então em apoio às intermitentes, tendo começado a instalar capacidade eólica em duplicação a essa potência existente coberta pelos CAE e CMEC".

"Dos 8.000 MW de eólicas intermitentes, vieram-se efectivamente a instalar até agora cerca de 5.300 MW, número este que é muito superior aos 3.500 MW de potência de consumo em Portugal nas horas de vazio durante a noite", afirmou.

É dificil deixar uma herança tão má como a dos governos de José Sócrates

O abraço de urso tão temido por PC e BE está a apertar

Ou se portam bem ou voltam para o isolamento político, partidos de protesto sem influência na governação. Quem o diz é  Carlos César presidente do PS. Querem mais claro ?

Entretanto para que não hajam dúvidas PS e PSD acordam no essencial da descentralização do Estado a medida mais importante tomada nesta legislatura. Significativamente PC e BE não entram no acordo.

O segundo recado foi ainda mais claro: “Nem o PS se desviou do seu percurso, nem os partidos que apoiaram o Governo querem voltar a um regime de isolamento e de falta de influência”, afirmou o socialista. A estratégia é simples: responsabilizar Bloco, PCP e PEV pelo eventual falhanço da atual solução parlamentar e pressionar os partidos à esquerda a moderarem as suas reivindicações, nomeadamente nas negociações do Orçamento. Ou isso, ou voltam à condição de partidos de protesto, sugeriu Carlos César.

O abraço de urso à esquerda

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Aos poucos Costa vai revelando a verdade

Não há dinheiro, frase de António Costa perante a insistência dos professores na evolução da carreira.

Hoje, no lançamento da empreitada da IP3, o primeiro ministro voltou a dizer preto no branco. Se há dinheiro para o IP3 não pode haver para os professores . Não há dinheiro.

A dívida continua a crescer e isso não é surpresa nenhuma enquanto houver déficite. E como a economia não cresce o suficiente o déficite só melhora cortando na despesa dos serviços públicos ou aumentando ainda mais a carga fiscal. 

António Costa está a preparar o orçamento de 2019 não pode continuar a dizer que o país está bem porque isso seria alimentar o discurso irresponsável do PCP e do BE. Só lhe resta dizer a verdade . Não há dinheiro.

-Srs. Enfermeiros e Srs. Professores, acham bem que morram 2,5 pessoas por ano [no IP3] para vocês receberem mais uns trocos? - António Costa

O artigo de hoje: Ontem ouvi pela primeira vez o dr. António Costa, primeiro-ministro, desmentir o dr. António Costa, secretário-geral do PS. O primeiro-ministro reconheceu ontem que não tem dinheiro para pagar aos professores o tempo de serviço não contabilizado nas carreiras. Porque, percebemos ontem, o dr. Costa descobriu um princípio básico da economia: os recursos são escassos. No caso concreto, não se pode gastar 135 milhões de euros a duplicar a via Coimbra-Viseu e dar dinheiro aos professores.
O mais curioso de tudo, ontem, é que de repente fiqueim sem perceber se estava perante o político que jura que a austeridade acabou ou de outro que teve de levar com a receita do FMI. Pela boca morre o peixe!

 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

Porque será que os professores ficam fora da lei quadro da descentralização ?

Na descentralização que o PS e o PSD estão a negociar em vários sectores da administração pública, na Educação a gestão dos professores fica de fora da lei quadro . Continuará centralizada no ministério e por conseguinte sob o mando dos sindicatos.

A proposta do executivo que tem vindo a ser negociada ao longo dos últimos meses passa para as câmaras municipais uma longa lista de competências que até agora os municípios só detêm ao nível do pré-escolar e do primeiro ciclo. A intenção é que todos os ciclos do ensino básico e secundário fiquem sob a alçada das autarquias, que passam a ser as proprietárias dos edifícios escolares, ficando responsáveis pela sua manutenção; passam a ser a entidade patronal de todo o pessoal não docente, cabendo-lhes a contratação de novos funcionários; e ficam responsáveis por todos os serviços afetos à escola, das refeições dos alunos à segurança. Fora da tutela autárquica ficam os professores, que continuam afetos ao Estado central através do Ministério da Educação, que se mantém também como a entidade responsável pelas políticas educativas.

Assim ficam asseguradas as greves e o controlo ideológico do que se ensina às crianças .

As 35 horas nos hospitais públicos e as 40 horas nos hospitais privados

Há cada vez mais utentes na saúde privada. Até já há mais hospitais privados e com a implementação das 35 horas nos hospitais públicos o custo vai subir ( são precisos mais profissionais ), as listas de espera vão crescer e, naturalmente, haverá mais procura nos privados.

Depois queixam-se que a saúde não é um negócio sem perguntar nada aos doentes que esperam meses ou mesmo anos para serem operados.

O líder social-democrata diz que a medida de redução da carga horária semanal, que se aplica ao setor da saúde a partir de domingo, foi tomada “por necessidade político-partidária e não por estratégia de gestão da administração pública”.

O custo político da solução parlamentar encontrada é muito cara . Esta medida das 35 horas é uma exigência do PCP e do BE.

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