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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A emigração a descer é mais um mito

emigração em 2015 chegou aos 110 000 , isto a juntar aos centenas de milhar que já tinham emigrado nos anos da austeridade que, segundo o discurso oficial , já terminou.

"Eu esperava que a emigração estivesse a descer", ou a "descer um pouco mais", mas os níveis ainda são "historicamente elevados".

Os dados actualizados pelas Nações Unidas, também relativos a 2015, revelam que Portugal é agora o país da União Europeia (sem contar com o Chipre) com mais emigrantes em proporção da população residente: 2,3 milhões, 22% do total de portugueses. Neste indicador (que traduz o stock) Portugal está em 12.º lugar a nível mundial. França, Suíça ou Estados Unidos lideram como destinos.

Se, na verdade, nada de substancial mudou na política portuguesa, porque haveria menos emigração ? Mais um mito que vai à vida .

Do PS profundo

“Tenho fortes dúvidas e, sobretudo, que seja desejável que o Governo chegue ao fim da legislatura”, declarou esta quinta-feira o ex-líder parlamentar do PS, que foi, desde a primeira hora, uma das vozes que contestaram esta solução governativa.

"Entendo que as nossas divergências de fundo com o PCP e Bloco de Esquerda são de tal ordem em matérias fundamentais que não dão garantias de termos um Governo com uma verdadeira capacidade reformista", declarou o ex-líder parlamentar do PS, em Novembro do ano passado, apontando como exemplos de divergências de fundo as áreas da economia, das finanças, a União Europeia e "o próprio modelo de sociedade".

Segundo Assis, “António Costa tem sabido manter uma linha de orientação e não tem cedido em nenhum aspecto essencial e isso merece o meu respeito”. E deixa uma profecia:” É por aí [posições perante a Europa] que as contradições se vão manifestar”

Peniche exige que o estado pague a memória

São precisos mais de cinco milhões de euros para que a memória não se apague. Se não for o turismo tem que ser o estado . É esta a posição da câmara de Peniche.

Ao abandono e a caminhar para a ruína que já se antevê em grande parte do Forte, há quem ainda acredite que o estado fará agora o que não fez em 40 anos. Mas não é o povo de Peniche que acredita e assim sendo não pode ser ele a pagar.

A memória só não se apaga se alguém pagar a reabilitação agora e a manutenção no futuro . Isso faz-se dando vida ao Forte, com actividades comerciais e culturais. O resto são apenas boas intenções e mais uma ruína a prazo.

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