Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

É bom para as exportações

O aumento das taxas de juro do FED (USA) está a depreciar o euro e as duas moedas nunca estiveram tão próximas da paridade. É bom para as exportações europeias que se vendam no maior mercado mundial.

Ao aumentar a taxa de juro diretora, a autoridade vai aumentar o preço do dinheiro, restringindo a atividade económica — pedir dinheiro ao banco vai ficar mais caro, por exemplo. Sendo assim, os investidores vão querer saber se há mais subidas das taxas em perspetiva ao longo do próximo ano, porque isso representa muito da confiança da Fed em relação à evolução da economia norte-americana.

E, pelo que se sabe haverá mais três subidas durante 2017 mas, Trump está contra . Vamos ver como diz o ceguinho.

eurodolar-01.png

 

Entre 2005 e 2007 Swaps pagam juros acima de 92%

Santander ganhou nos tribunais ingleses e o contribuinte português perdeu. E, sim, os Swaps foram negociados entre 2005 e 2007 , pelas empresas públicas de transportes. O resto é conversa de encher.

Os Swaps são uma operação financeira corrente desde que negociada com boa fé. Cobrir riscos de aumentos inopinados de juros. Repartir o aumento de juros entre os bancos e o cliente. Mas não são formas encapotadas de obter dinheiro . E foi isso que as empresas públicas de transportes fizeram e que nos levaram alegremente contra a parede.

Está escrito por um ex-secretário de Estado a autorizar estas operações quando o governo de Sócrates já não tinha quem lhe emprestasse dinheiro. O tempo dos PECs salvadores que nos salvariam da bancarrota. Operações vergonhosas e desastradas com todos os benefícios a favor de uma das partes.

Foi possível negociar os Swapps mais razoáveis e o Estado poupar cerca dde 400 milhões mas, quanto a estes com o Santander o melhor que se consegue é o banco estar disposto a negociar com o estado. Vá lá , a gente faz um desconto...

Estes contratos colocam, por isso, as empresas públicas numa situação desfavorável. Tal como já tinha sido decidido na primeira instância, em março de 2016 (um caso julgado pelo juiz William Blair, irmão de Tony Blair), a validade destes contratos implica que as empresas tenham de “suportar sozinhas o fardo do efeito adverso da crise financeira global nas taxas de juro”, afirmam os juízes.