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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Candidato pró-Europa ganha na Áustria

O candidato da extrema-direita anti Europa perdeu as presidenciais na Áustria repetindo a derrota de há uns meses. É um resultado que pode ter efeito dominó na Europa. principalmente em Itália e na França bem como na Alemanha e para já equilibra a balança com o Brexit.

As eleições presidenciais na Áustria decorrem mais de sete meses depois da primeira votação, num processo longo e acidentado que exasperou os austríacos. As eleições então ganhas por Van der Bellen, por uma margem estreita, foram invalidadas pela justiça austríaca perante uma série de irregularidades na recontagem dos votos, que, no entanto, não afetavam o resultado nem implicavam manipulações.

A confirmar-se a vitória de Van der Bellen isso será motivo para satisfação na Europa, que temia a vitória de Hofer. Apesar de o cargo ser principalmente cerimonial, mas Hofer fez campanha numa plataforma anti-imigração, defendendo um eventual referendo para a Áustria sair da União Europeia (ao estilo do brexit).

PS não quer sair nem da Zona Euro nem da União Europeia

Marcação homem a homem . O PS ainda em Almada apressou-se a responder à exigência do PCP de sair da União Europeia e do Euro .

""No PS, continuamos a acreditar no projeto europeu - um projeto de partilha entre os povos e os Estados na Europa. Para o PS, não está em cima da mesa nem a saída do euro, nem a saída do projeto europeu. Continuamos a defender a necessidade do reforço da Europa", vincou a secretária-geral adjunta do PS."

Já o BE alinha com os comunistas : "Existe uma análise partilhada com o PCP no que diz respeito à União Europeia e à necessidade de reestruturação da dívida pública portuguesa, que é o desafio essencial da economia portuguesa neste momento", afirmou Jorge Costa, da Comissão Política bloquista, que integrou a delegação do BE à sessão de encerramento do XX Congresso do PCP, em Almada."

Diz-me com quem andas ...

 

Antes da Zona Euro pagávamos em escudos

É preciso avisar o camarada Carlos Carvalhas e lembrar-lhe que antes da Zona Euro pagávamos em escudos, moeda própria do país. E a verdade é que nos serviu de muito pouco. Éramos pobres e subdesenvolvidos . Então vamos voltar a uma situação em que as pessoas viviam bem pior ou é só para ficarmos à mercê da luta de classes ?

Pagar a dívida em escudos e não em Euros. Basicamente, é como pedir emprestado um penico em prata lavrada e devolver um penico em latão. Fica assim, pago . Nada de novo como se vê, não acrescenta nada a quem diz mal dos credores e depois anda a pedir perdão da dívida aos mesmos credores.

Que os outros países não aceitem o escudo não tem importância nenhuma como é óbvio , eles não mandam para cá as mercadorias mas nós mandamos os escudos que eles não aceitam. Ficamos todos muito mais pobres mas isso também não interessa nada. Tenho umas poupanças em Euros e no outro dia de manhã acordo e tenho lá menos 30% em escudos .

Quem ganha são os Euros parqueados nas off shores que não são convertidos em escudos. Mas pronto, é o que há. 

Uma medida patriota e de esquerda merece todos os sacrifícios.