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BandaLarga

as autoestradas da informação

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95% da redução do défice deve-se a Passos Coelho

António Costa é mais que um malabarista é um charlatão de feira. Leiam e reflictam :

  • Assim, quando o primeiro-ministro afirma que em 2016 se registará “o melhor défice do país dos últimos 42 anos“, e atribui os louros a Mário Centeno, na realidade os contemplados deveriam ser os Portugueses, que continuam a suportar sacrifícios para que as contas públicas se possam tornar mais equilibradas. Mas se António Costa pretende mesmo atribuir o mérito a quem gere a pasta das finanças, então é óbvio que também deveria agradecer aos dois antecessores de Mário Centeno. É que 95% – a fatia de leão – da redução do défice permanente no período 2011-2016, corresponderá aos anos em que Vítor Gaspar e Maria Luís Albuquerque foram ministros.

    O óbvio, é que o controlo do défice dificilmente deixará de ser a principal prioridade no nosso País. Pensar que a austeridade vai ser revertida, tal qual o PS prometeu nas últimas eleições legislativas, é quase tão absurdo como acreditar que o São Nicolau vai descer pela chaminé no próximo Natal.

Não nos falta nada

Em França já estão a ser experimentadas pisos de autoestradas que transformam a energia solar em energia eléctrica. Sol e autoestradas é o que temos mais.

Já cobrimos extensos campos agrícolas com painéis solares no Alentejo e telhados em moradias solarengas ( cuidado que com o novo imposto sobre o sol...) e temos uma indústria que responde. Não há dúvida que temos tudo é só preciso que o estado, como faz habitualmente, não mate a indústria com mais impostos e mais burocracia.

Já no mês passado a Tesla Motors apresentou telhas equipadas com energia fotovoltaica, numa parceria com a SolarCity, empresa igualmente detida por Elon Musk.

As novas telhas de revestimento e a bateria fazem parte de um plano de Musk para salvar o mundo através da energia sustentável, sublinha a Wired. A Tesla está a conceber os novos produtos com a SolarCity e espera convencer os seus accionistas de que o casamento das duas empresas é uma boa aposta.

Só falta a Tesla escolher o nosso país para construir a gigafábrica para produzir automóveis eléctricos.