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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Mais um imposto de guerra este no SNS

grupo parlamentar do PS apresentou na Assembleia da República uma proposta de "desconto de 5% sobre a factura" . Chamem-lhe o que quiserem é mais um imposto este sobre os fornecedores do Serviço Nacional de Saúde. Este governo tem uma imaginação invulgar para sacar dinheiro aos cidadãos e às empresas.

Atendendo ao princípio da igualdade, tal “imposto de guerra” deveria então abranger todos os credores do Estado, designadamente os credores internacionais.

Pelas razões expostas, a FNS apela ao bom senso e sentido de Estado dos deputados do PS, advertindo contudo que se a medida se concretizar poderá acarretar graves consequências para a economia e o emprego, para a confiança dos agentes económicos e para a atração do investimento, sobretudo no setor em questão.

Entretanto, também as empresas de dispositivos médicos avisam que uma contribuição extraordinária sobre as vendas ao Serviço Nacional de Saúde fará com que empresas encerrem em Portugal ou reduzam os seus trabalhadores.

Face à situação de guerra orçamental em que se encontra o país estes argumentos são caramelos. Não anda Centeno em Bruxelas a apoiar a renegociação da dívida Grega ?

A canção do gatuno

Dívida portuguesa, a quinta mais alta do mundo, atingou um novo recorde: 133,1% do PIB.

Juros da nossa dívida pública a dez anos chegaram aos 3,9% - o máximo registado em nove meses.

O efeito conjugado de uma dívida monstruosa com elevadas taxas de juro é fatal. Apesar disso vendem-nos a canção do gatuno . Gozamos de estabilidade. Deve ser a estabilidade do cemitério.

É inacreditável como o governo nos diz sem se rir que a economia está a crescer . Ora, o anão também cresce mas não o suficiente .É com o crescimento que o governo prevê nos próximos anos que vamos pagar a dívida ?

Centeno já andou por Bruxelas a defender o alívio da dívida Grega numa tentativa de apanhar a boleia . Cá dentro há estabilidade mas, PCP e BE, não param de exigir a renegociação da dívida que, na sua opinião, é impagável . Como ficamos ? É que pagar taxas de 4% com a economia a crescer 1,5% é poucochinho, não chega.

Já temos um saldo primário positivo o que daria para pagar já alguma dívida, não fosse ter sido alcançado com um corte brutal no investimento público . E sem investimento não há crescimento, porque os investidores privados também não têm confiança para nos fazerem chegar o dinheiro.

De que é que te ris, António ?

O megaprojecto da indústria automóvel

Temos muito sol ( a fábrica a construir usa energia solar) e grandes fábricas de automóveis, como a AutoEuropa em Palmela e a SPA em Mangualde, bem como lítio (mineral com que se constroem as baterias) bons argumentos para a Tesla, construtora de automóveis eléctricos e baterias escolher Portugal. Temos muitos e bons argumentos mas faltam alguns que bem poderiam constar do menu :  

GabrielOrfaoGoncalves Há 12 horas

À atenção dos nossos autarcas:
A TESLA vai para Espanha, para Barcelona ou para Valência: perto de um porto de mercadorias e de linhas ferroviárias de bitola europeia de transporte de mercadorias. O engenheiro que não é engenheiro, o Sócrates, quis apostar tudo no TGV e nos passageiros. Pôs de parte o transporte de mercadorias e as ligações das linhas ferroviárias de transporte de mercadorias à Europa - para o que tinha de se investir em novas linhas de transporte de mercadorias (25 toneladas / eixo) em bitola europeia. O homem só queria era passageiros, passageiros, passageiros. Hoje não temos nem TGV nem linhas de mercadorias que nos liguem à Europa. E gastaram-se milhões em estudos! A TESLA vai para Espanha e queira Deus que a AutoEuropa não vá também um dia. A AutoEuropa já chegou a utilizar comboios da Alemanha para Portugal e vice-versa, mas chegou à conclusão que com camiões era mais barato. O que não quer dizer que não fique caro. Qualquer dia pisgam-se.