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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O Sporting já encontrou uma culpada.

Primeiro eram os árbitros, depois os jogadores, a seguir a estrutura e enquanto não pode ser o treinador é a mulher. Bruno de Carvalho não sabe ainda porquê mas a ex-mulher sabe. Estão divorciados.

Porque como muita gente pensa e bem, depois de muito dinheiro gasto, muito dinheiro recebido em vendas de jogadores, alguém é culpado por o Sporting não atinar com a baliza. Só pode ser uma mulher .

Bruno de Carvalho arranjou uma guerra externa para ganhar coesão interna. Velho como o mundo. Lembram-se quando Pinto da Costa e Pedroto chefiaram uma rebelião no Norte contra os "mouros" de Lisboa ? A estratégia é a mesma.

Enquanto isso, e para o rival que vai na frente do campeonato não se ficar a rir, vai-lhe roubando os atletas das outras modalidades. Quem paga ? Quem pensar que se iludem os sonhos de grandeza por não haver dinheiro nunca será grande. O Sporting é um exemplo e Bruno o seu timoneiro.

Nunca me enganaste, Bruno.

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Cebolas e batatas em vez de F 16 ?

Na Força Aérea há problemas e suspeitas na compra de cebolas e batatas ? Nem quero crer, ao menos haja nível. Nada menos que desvios de F16 .

Comprar um certo volume de cebolas e batatas, sobrefacturar e a diferença ser repartida por sargentos da messe e por generais enche-me de uma sensação esquisita de pequenez. É, que, já há histórias destas desde o tempo da guerra colonial. As batatas do Major era a história mais conhecida .

Mas, eu na minha, comecei logo a pensar em coisas a sério, com uma certa dignidade . Desapareceram no triângulo, por exemplo, de Alcochete - Sintra e Figo Maduro três F 16  dois Pumas e quatro Allouettes. E, aí está bem, a coisa até podia dar menos dinheiro mas estava ao nível . Com sargentos e generais a meterem-se em altas acrobacias sem o material que lhes é próprio deixa-me uma sensação de vazio. E, dá a ideia, que já chegamos ao salve-se quem puder, vale a pena envolver fornecedores, os que entram na tramóia e os que não entrando dão com a boca no trombone.

Mas a minha ideia de Força Aérea são caças, CK 130 , hélios e arriscadas "performances" nos céus azuis de Portugal. Batatas e cebolas ? Onde chegamos Deus meu .

Só com gente vinda de fora

Tal como sempre disse e defendi, o BCE não deveria nunca ter comprado títulos de dívida pública de nenhum país, sem que esses países ficassem obrigados a implementar as reformas que cada um deles necessita para eliminar os seus déficits, iniciarem trajectórias descendentes nas suas dívidas públicas acumuladas, e tomarem as medidas necessárias para melhorar a produtividade e competitividade das suas economias.

Ao ter comprado títulos de dívida de todos os países membros do euro, gerando dessa forma uma baixa generalizada dos juros, a todos os países, sem no entanto ter recebido em troca, nenhum compromisso, nem obrigação, por parte dos países, de fazerem as reformas necessárias, só andaram a adiar o problema, e a dar balões de oxigénio, mais tempo e liberdade aos países faltosos, para que pudessem continuar a adiar e a empurrar prá frente com a barriga as resoluções dos seus problemas de governação e de contas públicas.

Pode ser que um dia a UE, deixe de acreditar no pai Natal, e acabe mesmo por ter que meter na cabeça, que com alguns países, só mesmo à força e com gente vinda de fora é que alguma vez farão o que tem que ser feito.

Mas pelos vistos, ainda não foi desta que aprenderam.

O chefe de gabinete que comprou uma sirene

O chefe de gabinete que não tinha as duas licenciaturas que constavam no curriculum fazia-se transportar todos os dias para e de São Martinho do Porto. 400 Kms diários com o estado a pagar motorista, carro e gasosa.

Pois eu conheci um chefe de gabinete que concretizou um sonho. Viver em Cascais. O problema é que chegava ao ministério todos os dias às 11,30 h senão mesmo a horas de almoçar. Aquilo dava nas vistas. O trânsito é muito mas havia ( e há) algumas opções, foi-lhe explicado. Uma delas era fugir do trânsito e levantar o cu da cama pela  manhã cedo, coisa que o chefe de gabinete não gostava. Outra era vir de comboio, até podia arranjar um carro com o motorista para o ir buscar ao Cais do Sodré. Mas a questão era quase a mesma.

Vai daí o bom do chefe de gabinete comprou uma sirene igual às da polícia. Chegava ao início da fila de carros que entravam em Lisboa, colocava a sirene no tejadilho do carro e era um ver se te avias. Pi-pó-pi e os outros passageiros a darem prioridade à suposta autoridade.

Mas há pessoas invejosas, os sonolentos automobilistas começaram a desconfiar do carro da polícia à paisana diário e mais ou menos à mesma hora.

O sonho acabou quando uma brigada de trânsito avisada o mandou parar.

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