Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

A fusão nuclear substitui com segurança a fissão nuclear

Há vários anos que no sul de França um consórcio de vários países europeus e outros como a China os Estados Unidos e a Rússia constrói uma fábrica de fusão nuclear, várias vezes mais poderosa que as actuais ( de fissão), mais segura e inesgotável. E com a vantagem de não criar o lixo nuclear que exige actualmente depósitos e armazenamento caríssimos e perigosos.

O ITER é um projecto que visa a construção e operação do maior reactor de fusão nuclear experimental do mundo e que está a ser construído no sul de França. A central já está a ser construída e tem um custo estimado de 13 mil milhões de euros, com a União Europeia a contribuir com 6,6 mil milhões de euros.

Mas quais as vantagens deste tipo de energia?
O projecto ITER aponta que a fusão de átomos liberta quatro milhões de vezes mais energia do que a reacção química como a queima do carvão, combustíveis ou gás. E liberta quatro vezes mais energia do que a fissão nuclear, a energia usada actualmente.
Depois, não emite dióxido de carbono (CO2) para a atmosfera, contribuindo assim para o combate às alterações climáticas, um dos grandes desafios mundiais nos próximos anos.

PS : Portugal através do IST colabora e não deixe de seguir o link " ITER é um projecto..."

fusao.jpg

 

fissao.jpg

 

O partido rico que é defensor dos pobres

O PCP é como os outros partidos. Tem as suas debilidades tão humanas como todos os outros e não aguenta o escrutínio da imprensa sem revelar as suas fraquezas.

É o partido que tem maior e mais rico imobiliário e é o que vai pagar mais IMI. Tem duas quintas à beira Tejo plantadas que servem, aparentemente, para três dias da Festa do Avante. E nos outros 362 dias estão ao abandono. Será razão para reverterem para o estado ? Tenho a certeza que virá uma lei na altura própria apropriada ao assunto.

Mas o PCP que tanto se insurge com a pobreza dos trabalhadores podia avançar com acções de cariz capitalista para dar trabalho aos desempregados. Até podia avançar com acções colectivas que ninguém leva a mal. Por exemplo, como é que o PCP vai pagar tão elevados impostos sobre o sol e as vistas das quintas na Atalaia ? Vem aí outra lei a isentar o partido ?

"Se fosse escrutinado de forma exigente pela comunicação social, alguém indagaria como conseguiram os comunistas reunir um património imobiliário equivalente ao dos outros partidos todos somados e valorizá-lo em dois milhões de euros entre 2012 e 2015, ampliando-o de 13 milhões para 15 milhões no apogeu nacional da “crise do sistema capitalista” que tanto dizem combater mas de que aproveitam como nenhum outro, percorrendo sem rebates de consciência as alamedas do lucro. Assim talvez ninguém se espantasse por saber, como há dias se soube, que os comunistas pagarão em 2017 cerca de 50 mil euros em IMI, apesar de os edifícios adstritos à actividade partidária estarem isentos deste imposto."

quinta_cabo.JPG

 

 

PCP desafia BE a dizer de facto o que pensa de Cuba

O BE não aceitou acompanhar o Presidente Marcelo na sua visita de Estado a Cuba. O PCP não gostou e exige que o BE diga o que pensa de Cuba : “O Bloco acha que o facto de o Presidente da República portuguesa visitar Cuba é um fator político negativo para as relações externas portuguesas? Está contra o aprofundamento das relações entre os dois países? Cuba deve ou não ter relações diplomáticas, culturais, políticas, com Portugal? E económicas? É o BE a favor ou contra o bloqueio a Cuba? Considera que o Presidente da República não deve visitar aquele país?”.

O BE mete os pés pelas mãos e diz que o problema é de agenda e que normalmente não participa nas comitivas das visitas presidenciais. Só quando no país visitado existe uma grande comunidade portuguesa.

Todos os outros partidos se fazem representar até porque o vento sopra a favor do fim do isolamento da ilha e o regime vai acabar com a morte dos irmãos Castro . Mas o BE não podia perder a oportunidade de xingar a cabeça ao PCP insinuando com a sua ausência que não visita países governados por ditaduras. Como já havia feito em relação a Angola.

O BE corre, é cada vez mais evidente, para ser governo com o PS afastando-se da ortodoxia ideológica do PCP. E este que percebe muito bem as intenções do rival atira-lhe o que tem à mão.

"“Nada como ser tudo e não ser nada para agradar a toda a gente. Neste caso, como nos outros, o marketing pode funcionar para o BE, mas o futuro não se fará de indefinições. Em cima do muro não se fazem revoluções. Em cima do muro não há socialismo, só oportunismo”.