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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A estatização do ensino

Conselheiro Nacional da Educação : "O país tem bem presente que o actual governo – liderado pelo Partido Socialista, com o apoio do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista, e a cumplicidade da CGTP e da FENPROF – é directamente responsável pelo maior despedimento colectivo de sempre no país e pela maior destruição de valor educativo de que há memória: o fim dos contratos de associação representam o encerramento imediato, e a prazo, de dezenas de escolas, o fim de mais de dois mil postos de trabalho, entre docentes e não docentes, e o fim, já neste ano lectivo, de 656 turmas em início de ciclo que foram cortadas tendo esta medida forçado cerca de dez mil alunos a interromperem os seus percursos na escola que escolheram."

Não é esta a ideologia do PS mas do PCP e do BE não podemos esperar mais. Estatizar e renunciar ao direito de escolha. O alucinado Nogueira agradece.

Os taxistas querem manter o monopólio

Em vez de se adaptarem ao progresso inevitável, à concorrência, os taxistas querem parar o progresso. Querem parar as novas tecnologias e manter o monopólio. Cabe ao estado regular e prover a igualdade de direito e deveres. O governo neste caso tem razão. Não se para a água dos rios com as palmas das mãos. E o monopólio de que tantos grupos de interesses gozam no país tem que terminar sob pena de atrasar ainda mais o país.

“O automóvel tem de deixar de ser rei, o serviço dos transportes coletivos tem de ser melhorado a pensar num novo padrão de procura a cada dia menos determinístico, as cidades terão de desenhar o seu espaço público e pensar nos peões e nas bicicletas. Este é o grande esforço deste Governo”, escreveu.

Sublinhando que os táxis têm direitos e obrigações de serviço público, como os benefícios fiscais na compra de carros ou o uso exclusivo das praças e da faixa BUS, João Matos Fernandes acrescenta que o desenvolvimento de plataformas de contratação de serviços de mobilidade “é um fenómeno mundial, filho da sociedade de informação, e como qualquer serviço económico com esta génese cresce apenas com as regras do mercado, existindo porque os clientes o desejam”.

Entretanto, no Metro, a coberto do quero possso e mando, não há bilhetes para vender aos passageiros. Pode ser sempre pior do que podemos imaginar.

Só os tótós é que pagam o imposto sobre o imobiliário

Ainda as meninas do BE não eram nascidas e já quem tinha responsabilidades na gestão das empresas (  e que garantiam pessoalmente as operações bancárias) se divorciavam e passavam o imobiliário das famílias para a ex- mulher. Agora com este inteligente imposto sobre o imobiliário o estado não arrecadará receita dos imóveis mas vai atafulhar os tribunais de processos de divórcio.

O mesmo governo que concede e convida os "Gold" para comprar imobiliário no país é o mesmo que muda as regras a meio do jogo. Toma que é para não seres parvo, acumulador de dinheiro.

Para Vasco Valdez, este "fetichismo" de tributar os ricos "é uma coisa perfeitamente absurda", até porque "o património está arrendado" e as rendas daqui provenientes são tributadas em sede de IRS ou de IRC ou então "não está arrendado" e as pessoas "podem ter um grande património mas podem não ter dinheiro para pagar aquele imposto".

"Disseram-nos em tempos, designadamente este Governo, que o que era bom era comprar casinhas para pôr no mercado de arrendamento. As pessoas que compraram as casinhas e agora levam com o imposto de sobreposição [em relação ao IMI]?", afirmou, recordando ainda que este novo imposto poderá também incidir sobre "casas recebidas de herança com rendas relativamente baixas mas com valor patrimonial tributário hoje em dia já alto".