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BandaLarga

as autoestradas da informação

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as autoestradas da informação

O filme - o Estado toma conta de nós e alguém toma conta do Estado

Uma sociedade livre capaz de enfrentar o estado e as suas tentações de domínio é a maior garantia da liberdade.

Um génio informático, a ganhar rios de dinheiro, dá-se conta que o governo não olha a meios para atingir os fins. Pisa a Constituição,  a Lei e os direitos dos indivíduos dentro da sua própria casa enquanto  mata inocentes a milhares de quilómetros que são olhados como "prejuízos colaterais "

Só no mundo livre, no Ocidente, em Democracia, há sempre quem "diga não" e consegue encontrar gente e meios poderosos para informar a sociedade. Contra tudo e contra todos os poderosos deste mundo. Dizer a verdade é muito perigoso.

A não perder.

 

 

 

A correr contra uma parede de betão

O PM agita no parlamento uns papéis que diz que são gráficos que desdizem o INE. Afinal está tudo bem ao contrário do que dizem todas as instituições nacionais e estrangeiras. Jorge Coelho garante que foi estudar o assunto em profundidade e deixa-se apanhar com papéis e gráficos fornecidos pelo governo.

Descemos oito lugares no ranking da competitividade, a dívida cresce, a taxa de juros subiu e nunca mais desceu, a estabilidade fiscal e a legislação laboral foi um ai que lhe deu afastando o investimento público e privado. Mas está tudo bem. A economia cresce metade do prometido.

Aumentam-se os impostos indirectos para acudir aos sindicatos e funcionários públicos base eleitoral da geringonça. Mas está tudo bem. Reformas nem vê-las. O controlo orçamental faz-se à custa dos serviços do estado, proibindo despesa e aumentando a dívida aos fornecedores.

Mas dizem que está tudo bem.

Já só há dinheiro para salários

O SNS está a apertar o cinto como nunca. Os hospitais não podem investir e têm que controlar a despesa custe o que custar. Devolver os rendimentos de uma só vez e repor as 35 horas foi uma decisão arrasadora para a tesouraria . Os fornecedores não recebem a tempo e horas.

O silêncio dos sindicatos e da comunicação social sobre este garrote que se abateu sobre os serviços do estado é ensurdecedor. Em muitos casos, o medo de retaliações fala mais alto mas mesmo assim não faltam sinais: escolas estatais sem dinheiro para pagar despesas básicas de funcionamento, hospitais do SNS com gravíssimos problemas para honrar os seus pagamentos e manter fornecimentos essenciais, atrasos no pagamento de bolsas, cursos de academias militares em risco de não abrir e adiamento de reparação de infraestruturas e equipamentos em áreas vitais como os transportes.