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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O Ralha das listas VIP também quer a quebra do sigilo bancário

O sindicalista das finanças também quer a quebra do sigilo. A ideia é a mesma que foi defendida pela Mariana Mortágua. Quem não deve não teme.

Jura o senhor Ralha que só a direcção teria acesso às contas individuais bancárias dos cidadãos, como se fosse esse o problema. O problema ( ele faz de conta que não sabe) é que num estado de direito os direitos individuais estão garantidos na Constituição e sem a aprovação de um juiz é proibida a quebra do sigilo bancário .

Este é o mesmo sindicalista que defendeu que os trabalhadores dos impostos deveriam ter acesso arbitrário às contas fiscais dos cidadãos, quando se descobriu que havia uns camaradas que nas horas de serviço se entretinham a vasculhar a vida pessoal fiscal de adversários políticos. Naquela altura uma das pessoas que viu a sua vida fiscal devassada foi o então primeiro ministro.

Os comunistas não desarmam em atacar os direitos fundamentais democráticos do cidadão. O Estado toma conta da sociedade e eles tomam conta do Estado.

O povo Português em 1975 e depois em 40 anos de eleições livres não quis um estado totalitário. Convém no entanto estar alerta. Quebrando os direitos individuais, passo a passo, os inimigos do estado democrático e de direito colocarão em seu lugar, à revelia do povo, o estado totalitário comunista.

Também querem a saída do país da União Europeia e da Zona Euro com o mesmo objectivo. 

Mariana Mortágua a " big sister" comunista

Como boa comunista a deputada Mariana Mortágua acha que o estado pode e deve intrometer-se na vida das pessoas. É para quebrar quando e como quiser o sigilo bancário ? Nada mais fácil, " quem não deve não teme ".

Com este argumento, um dia destes temos a polícia, qual PIDE, a entrar pela porta dentro a qualquer hora e sob qualquer pretexto.. Afinal quem "não deve não teme", é um fartar vilanagem. O Salazar dizia mais ou menos o mesmo. "Tudo pela nação nada contra a nação" e vá de amordaçar toda uma nação negando os direitos individuais. Como os cidadãos, os patriotas, não tinham que recear...

É assim que começam as ditaduras. À primeira cedência ninguém reage ( não me toca a mim) até que um dia nos batem à porta e descobrimos, incrédulos, que mesmo não devendo temos tudo a temer.

Até o PCP não quer ver as suas contas bancárias devassadas...

 

Não existe uma descida de impostos

O que este governo reduziu em impostos directos aumentou em impostos indirectos. O quadro abaixo mostra isto à evidência. O Presidente da República já veio dizer que " não podemos voltar a 2011" .

impostos.png

 Modificar o perfil da carga de impostos não leva a lado nenhum como se vê pelo comportamento medíocre da economia, por mais ilusões que António Costa vá criando. Os avisos chegam de todo o lado. E sem aumento de riqueza não há como melhorar a vida das pessoas.

A descida registada na receita dos impostos directos é praticamente igual à subida que se verifica na tributação indirecta (pouco mais de mil milhões de euros).

Ou seja, na economia como um todo, não existe uma descida nos impostos. Há uma alteração do perfil da tributação. O actual Governo reforçou a componente dos impostos “narcotizantes”, aqueles que nem reparamos que estamos a pagar, e regressivos.