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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A execução orçamental que compromete o futuro

Só há uma maneira sustentável de sair desta situação . Fazer crescer a economia. Ora o governo não só não é capaz de fazer crescer a economia como está a comprometer o seu crescimento futuro.

“Mesmo com mais 645 milhões de euros cobrados a mais aos portugueses no imposto sobre produtos petrolíferos (gasolina e gasóleo), a verdade é que a receita fiscal está abaixo daquela que o Governo prometeu arrecadar. É um sinal de que a economia não está a crescer”, lamentou Mota Soares.

O deputado centrista declarou que “quando devíamos estar preocupados com as pequenas e médias empresas, percebemos que o Estado aumentou em 300 milhões de euros as dívidas da administração central” e, quando devíamos estar preocupados com a falta de investimento, percebemos que o investimento público está 300 milhões de euros abaixo do ano passado e 600 milhões de euros abaixo do estimado para este ano no Orçamento do Estado”.

“Quando temos um Governo que ainda está a pedir tantos sacrifícios aos portugueses preocupa-nos o facto de estarmos a pagar mais 350 milhões de euros de juros da nossa dívida o que é um sinal de que há falta de confiança externa nesta solução governativa”, vincou.

Um desastre .

Um partido profundamente conservador e reaccionário

O PCP está contra a regulação do serviço fornecido pelas plataformas de transporte de passageiros, porque segundo o PCP vem causar prejuízos ao monopólio dos táxis. A razão principal é que estas plataformas são propriedade de multinacionais enquanto os táxis são propriedade de nacionais.

Para os comunistas, que tentam parar o progresso e a inovação, a qualidade do serviço prestado aos clientes não é para aqui chamada bem como a liberdade de escolha. Os direitos dos utentes - os cidadãos -não contam. Como nunca contam quando o mesmo PCP impede a liberdade de escolha nas escolas, nos hospitais e em todos os outros serviços que podem ser fornecidos com mais qualidade em transparente concorrência.

Os táxis preparam uma manifestação para 10 de Outubro que o PCP já está a cavalgar em seu proveito. Vamos lá estar atentos quanto é que as organizações proprietárias dos táxis vão sacar ao estado para se calarem depois de já terem recebido 6 milhões.

E o custo que baixa com a concorrência também não conta o que conta é o monopólio nuns casos do estado noutros casos de organizações de interesses. Os clientes, para o PCP, estão arredados desta discussão.  

“Entendemos esta decisão do governo como uma cedência às imposições e interesses das multinacionais, que confronta claramente o país e coloca em risco milhares de empregos num setor que, tendo muito para melhorar, é predominantemente de base nacional”, argumentou.

É clarinho que se criarão muitos postos de trabalho e que os cidadãos serão melhor servidos.

A subida da taxa de juros veio para ficar

Inexoravelmente a taxa de juros a 10 anos sobe e já vai nos 3.52%, uma carga brutal de encargos sobre uma dívida descomunal que também não para de crescer. Ora se a taxa de crescimento da economia não chega a 1% pagamos como ?

Nos restantes periféricos a tendência também é de alta ligeira nos juros, com a "yield" da dívida a 10 anos de Espanha a subir 1 ponto base para 0,97%.

Portugal há um ano chegou a beneficiar de taxas de juro a 10 anos ligeiramente acima dos 1%. A partir daí num sobe e desce diário a verdade é que a tendência é de crescimento contínuo e já multiplicou por três. E a incerteza que rodeia a manutenção da política monetária dos bancos centrais aponta para que a subida acelere.

O país tem um encargo com o serviço da dívida que é um garrote a que o governo não atende e, bem pelo contrário, lança continuamente sinais de instabilidade fiscal e política que os mercados castigam . Não é boa ideia ter um governo apoiado por partidos anti-europa e anti-capitalistas.

O comportamento das taxas de juro, em crescimento continuo, não engana. O governo de Sócrates teve que pedir ajuda externa quando os juros chegaram aos 7% ( bem gritava Frei Teixeira dos Santos)

Há quem no CDS queira salvar o PS de extremismos

Arrancar o PS das mãos da extrema esquerda é um serviço a prestar ao país escreveu um  democrata cristão em carta aberta dirigida a Assumpção Cristas.

Segundo a carta : Borges de Lemos, advogado, entende que o CDS "tem de perceber que os principais inimigos da nação são as esquerdas radicais que viabilizaram o atual governo" e por isso "o seu combate é, sobretudo, com o BE, cada vez mais posicionado, com o PCP e com o seu braço armado, a CGTP". Dito isto, este novo membro da comissão política da maior estrutura local do partido entende que o CDS deve ter "a coragem de não fechar a porta a conversações com o PS.

Pedro Borges de Lemos diz que "o próprio PS já devia ter percebido que pôs dentro de portas os "inimigos íntimos" apostados em pilhar o seu eleitorado e em traí-lo quando lhes for mais conveniente". E apresenta as vantagens de "propor ao PS um quadro que garanta estabilidade": "Liberta a nação de uma solução contranatura na qual grande parte do país não se revê; permite à nação ter estabilidade, criar confiança nos investidores e respirar com uma solução fiável e credível; abre caminho ao PS para, sem derrota, mudar a agulha para uma solução de grande coligação ao centro e não perder definitivamente a confiança do seu eleitorado".

A maioria diz que tudo isso é problema do PS e que deve ser o PS a resolver.