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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Para comprar uma casa pagam-se cinco impostos

Já é conhecido pelo " saque da Mortágua" o novo imposto sobre o imobiliário .

"Se surgir o Novo imposto sobre o património, poderá ser o primeiro grande erro estratégico de António Costa", diz Marques Mendes que considera que "se este imposto for por diante provavelmente vamos ter menos investimento e menos IMI".

"Para comprar uma casa uma pessoa paga cinco impostos: IRS pelos rendimentos que permitem comprar uma casa. A seguir para a compra da casa paga IMT (antiga Sisa) e imposto de selo. Depois para ter a casa paga IMI, todos os anos, e se este for por diante, paga um novo IMI mas ao Estado e não às autarquias. Isto é um assalto fiscal, não é justiça fiscal", diz Marques Mendes que apelida de violência.

Depois dos vistos Gold, mais um imposto. Depois de incentivos ao investimento de estrangeiros na compra de casa em Portugal, (investimento mínimo de 500 mil euros) e agora aplica-lhes mais um imposto, lembra Marques Mendes.

Vai afastar investidores nacionais e estrangeiros, diz.

Esta notícia é falsa

Não foi o presidente do Grupo Lena que confirmou que foram pagas comissões ao ex-primeiro-ministro José Sócrates, atribuindo agora essas declarações ao procurador do Ministério Público.

O jornal pede desculpas mas diz que reafirma o essencial dos factos. Ora essa é outra mentira porque o essencial dos factos é alguém admitir que corrompeu o ex-primeiro ministro. É essa a notícia, tudo o resto é mais do mesmo para encher e vender papel.

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A política económica de Costa custa 33,6 mil milhões de euros

Para onde enviar a factura ? Uma parte para S. Bento e a outra parte para o PCP e o BE. Reverter o rendimento à custa do aumento da dívida é passar a factura aos vindouros. Porque se a economia não cresce não há como distribuir a não ser aumentando a dívida. É o que o governo está a fazer.

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 E as projecções para a economia dão o crescimento pífio de 1% em 2016 e nos próximos anos, por isso o aumento de impostos é, literalmente, como diz Mariana Mortágua. É preciso ir buscar o dinheiro onde o há. Para já é nos indirectos e quando apertar será nos directos e nessa altura já não haverá diferença entre pobres e ricos. Tal como foi feito nos anos da Troika, sabemo-lo agora.

 As contas são simples. A projecção para a dívida era de 110,3% do PIB mas na realidade vai ficar nos 126,7% do PIB. A diferença é igual a 33,6 mil milhões. Fora os juros cuja taxa não para de crescer. Quem vem atrás que apague a luz.

 

Controlar o défice aumentando a dívida pública

Não haverá resgate graças à Europa. Graças à política de compras do BCE, e à agenda política eleitoral em 2017 com eleições na Alemanha e na Holanda. Costa e Centeno têm pouco a ver com o único resultado positivo que conseguem apresentar.

Mas o governo está a cometer erros enormes. Como tem sido dito, escrito e repetido, não faz reformas, insiste num modelo errado de crescimento económico, agrava a ditadura fiscal sobre os portugueses, ataca a propriedade privada, reforça o poder das corporações que querem um Portugal pobre e dependente, e usa e abusa de habilidades orçamentais para “controlar” o défice, aumentando a dívida pública. Ou seja, o governo está a promover uma tripla transferência de recursos: das poupanças para o consumo, dos sectores privados para a função pública, e das futuras gerações para as actuais. Mau, injusto e imoral.