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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Juros são os mais altos e a dívida é a pior em 2016

Deve ser porque o governo espanhol - que não existe- dá mais confiança do que o do lado de cá da fronteira, o tal que tem tudo controlado. Apesar do seu grande objectivo ser não cairmos num segundo resgate.

A 10 anos a taxa da dívida é e 3,22% enquanto a espanhola é de 1,11%. É só fazer as contas ao lindo enterro .Mas a narrativa é a mesma de Sócrates. Está tudo bem a realidade é que não dá e há, obviamente, uma conspiração do INE, BdP, FMI, e Comissão Europeia.

"Portugal precisa de crescimento e reduzir a dívida. Tem de ser capaz de baixar a percepção de risco que alguns investidores têm do país", disse à Bloomberg Filipe Silva, do Banco Carregosa.  

Para que a dívida portuguesa apresente uma melhor prestação, os investidores têm de ganhar confiança no governo para "implementar reformas em vez de estar a reverter as que foram executadas", disse à agência de notícias David Schnautz, adiantando que o actual governo "não tem sido amigo do mercado obrigacionista e os investidores temem que o programa de compra de activos do BCE chegue ao fim".

A narrativa, conversa da treta, agora com a concordância do BE e do PCP segue o seu caminho tal como no tempo de Sócrates até que, lá de fora, venha o grito que acordará este povo que não aprende.

Posicionar a pélvis anti - violação

Este juiz é um atrasado mental. Também aconselhou a jovem a fechar os joelhos com força para evitar a penetração. Em contrapartida aconselhou ao violador ter mais calma e beber menos mandando-o em paz.

Na minha juventude contava-se uma anedota que é em tudo semelhante à douta decisão do juiz. Em pleno tribunal o juiz perguntou à mulher queixosa como é que tinha sido violada. Em que posição, tendo a jovem respondido que tinha sido de pé. Ora, a mulher era mais alta que o homem pelo que o juiz disse à mulher. Como pode ser isso se a senhora é mais alta que o acusado? Responde a violada, "sabe é que eu agaixei-me".

Como se vê, é bem certo que o bêbado não sabe porque bate na mulher mas ela sabe. E todas as mulheres são putas menos a nossa mãe. 

Uma luta de séculos pela emancipação da mulher longe, muito longe, de terminada.

 

 

Dez milhões de tesos e endividados

Uma política de procura à escala de 10 milhões de tesos e endividados é uma patetice, como a realidade está a demonstrar, diz o Prof Daniel Bessa.

O BCE já esgotou o que podia fazer mas a Alemanha pela sua dimensão podia implementar uma política de procura que levasse a mais importações com origem nos países europeus em dificuldades como Portugal. Porque Portugal só sai desta e de outras através das exportações ao contrário do que afirmam PCP e BE. As exportações só são uma treta para Catarina Martins.

Dizendo não ter a certeza de que Portugal poderá ter crescimentos fortes e sustentados, Bessa considera que se à escala europeia deveria haver uma política orçamental mais expansionista, "fazer isso à escala de Portugal é uma patetice".

"Não faz o menor sentido, não tem condições nem trará resultados, pôr a economia a crescer pela despesa é o que temos feito, não é vida para ninguém", afirmou.

Entretanto o que se vai ouvindo acerca da preparação dos orçamento 2017 é mais do mesmo, mais despesa paga por aumento de impostos.

Num repente deixou de haver vida para além do défice

Centeno diz que a sua principal tarefa é evitar um novo resgate. E percebe-se porquê :  é necessário maior enfoque nas reformas para colocar o crescimento e as exportações a um nível mais elevado. O fantasma de um segundo resgate voltou a ser colocado em cima da mesa numa análise do jornal Financial Times que alertava para o risco de Portugal estar exposto a uma “tempestade perfeita”: baixo crescimento económico, investimento em queda, fraca competitividade, défices orçamentais persistentes e um setor bancário subcapitalizado que é dono de uma parte demasiado grande da enorme dívida pública do país”.

O governo e os seus apoios da extrema esquerda agarram-se ao défice prejudicando tudo para ficarem abaixo dos 3%. Quem diria, num repente, deixou de haver vida para além do défice.