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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Factos sobre o aumento de alunos no superior

Facto 1 - em 2016 temos 890 novos caloiros (+ 2,1%).                                                   

Facto 2 - em 2015 tivemos 4290 (+11,4%).

Facto 3 - dizem os professores que a entrada de mais ou menos alunos tem a ver com a maior ou menor dificuldade da prova dos exames.

Facto 4 - quando há mais aprovados em matemática e em química-física há mais alunos a entrar no superior

Facto 5 - o número de alunos que entrou no superior mas também de candidatos aumentou pelo terceiro ano consecutivo

Facto 6 - o alargamento do ensino obrigatório até aos 18 anos também tem contribuído para que mais alunos tenham acesso

Facto 7 - não há nenhuma evidência que o factor crise tenha tido algum impacto no acesso de alunos e candidatos.

Factor 8 - a esperteza saloia é capaz de tudo

 

O Filme - o factor humano na amaragem no Rio Hudson

Salvou 155 pessoas tomando a decisão certa em alguns segundos. As simulações do acidente com computadores e com humanos mostravam que o avião podia ter regressado ao aeroporto evitando a amaragem no Rio Hudson.

Quando mostraram as simulações os pilotos viram imediatamente que pouco tinham a ver com a realidade. Faltava o factor humano. Quantas tentativas os pilotos de testes fizeram antes de conseguirem levar de volta o avião ao aeroporto de La Guardia ? Dezassete. E sem 155 pessoas a bordo.

 

É a economia, António

Não vale a pena fazer de conta. Sem economia a crescer não há aumentos de salários e pensões sem aumento de impostos. E quem recebe de um lado paga pelo outro, saldo nulo.

Quando um primeiro ministro faz o  número circense de que tudo vai bem quando há mais alunos a concorrer ao ensino superior percebe-se o desespero. O naufrago agarra-se à primeira tábua mesmo que afunde à primeira onda.

As exportações caíram como há muito não acontecia. As importações levaram um tombo de todo o tamanho consequência do arrefecimento da actividade económica. O PIB cresce menos de metade do prometido.

O aumento dos impostos indirectos, segundo aumento, diga-se, já é publicamente anunciado e o IRS vai ser mexido. Para baixo é que não é. E a redução do IVA ainda não teve tempo de lançar achas para a fogueira bem como o custo acrescido das 35 horas.

Todos nos avisam mas o PM já perdeu a noção da diferença entre um optimista e um animador de pista. Mas basta olhar para a sua mais recente declaração. Não lembra ao careca, ó António.

 

A diferença entre "fé" e "boa fé".- por Rui Ferreira

Sobre os secretários de Estado terem recebido, de "boa fé", prebendas da GALP, que por lei, e moralmente, não poderiam nem deveriam ter recebido

Manda a prudência não discutir questões de religião nem de "fé".

Mas para o caso, porque não estamos perante uma simples questão de fé, mas sim de "boa fé", que é algo que vai muito para além da simples fé, não podemos deixar de analisar um pouco esta questão, que, ultimamente, tem estado na ordem do dia.

Veio agora o governo dizer, que os seu Secretários de Estado, de acordo com o novo código de conduta, fizeram algo reprovável e sancionável. Fizeram-no sim, mas foi de "boa fé". E ao abrigo deste entendimento, o PM mantém toda a confiança nestes elementos.

Ora assim sendo, já podemos dormir todos mais tranquilos. É sabido que a fé, é geralmente usada como desculpa, até para enormes atrocidades, mas, neste caso em concreto, é a "Boa Fé", e sendo este género de devoção, muito superior a uma qualquer simples "fé", nem desculpas são necessárias, pois uma fé sendo "boa", passa a ser, assunto não questionável. E segundo o PM, parece ser este o caso.

Mas não posso deixar de considerar relevante, esta nova postura dos socialistas, que até bem recentemente, se diziam "Laicos", e "Republicanos". O seu ateísmo e agnosticismo, geralmente, vinha por arrasto. Ou seja, eles não eram nada dados a estas coisas da religião.

Também não deixa de ser interessante, que, apesar de não serem apegados nem a religiões nem a questões "fé", a maior parte destas gentes, são devotos membros da irmandade do "avental". Não um comum avental, que essas coisas da cozinha, são para os fracos. Aqui o avental, é outro. É um peça bem guarnecida, com austeras imagens, de ferramentas de marceneiros e pedreiros, gente de duro trabalho e barba rija pois claro, fazendo disto, enormes profissões de fé. Assim como quem brinca às casinhas.

Nota: não confundir marceneiro, e pedreiro, com mercenário, nem pardieiro. Não são a mesma coisa, Ainda que, para o caso presente, sejam muito similares, mas como eles não gostam nada que se fale abertamente, sobre estas coisas secretas da irmandade do avental, então não irei falar, nada sobre essa "fé".

Mas isto agora tudo mudou. Segundo a dupla Costa & Santos Silva, os camaradas, perdão, os irmãos, (é agora o termo que devemos considerar o mais adequado) passaram a ser "crentes".

Sim, crentes. Mas não numa fé qualquer, não senhor, que religiões comuns, é coisa para os fracos, e para os espíritos, mais frágeis. Os nossos governantes, passaram a ser crentes, mas numa "boa fé"! Porque nem toda a fé é boa. A Fé para poder ser "boa", só se for uma "boa fé". No caso em análise, segundo decidiu o PM, foi uma questão de "boa fé", e tendo ficado esclarecida, a subtil, mas relevante, diferença, entre uma comum "fé" e uma "Boa Fé", e esta última, não se deve questionar nunca, nem ao maior dos não crentes, o assunto dá-se por encerrado.

Podem os mais cépticos alegarem que isto é coisa pontual, e de conveniência. Pois podem, mas se formos analisar com rigor, quer o governo, quer irmandade do largo dos ratos, , têm ultimamente, sido muito coerentes, e praticante recorrentes, de enormes demonstrações públicas, actos de fé, e de boa fé.

Tivemos a "fé" que depositaram, no estudo económico do irmão Centeno, e no qual ainda dizem acreditar, apesar de todos os números revelarem que o dito estudo estava totalmente errado. Querem maior acto de fé, e de "boa fé", que vermos alguém dizer que acredita na sua própria mentira?

Temos a boa fé, com que diariamente nos dizem que o investimento privado irá aparecer, e em força, , apesar de terem rasgados contratos e compromissos que existiam, e terem adoptado muitas outras políticas que afastam os investidores.

Temos o acto de boa fé, com que nos dizem que o consumo interno irá aumentar, apesar de terem aumentado os impostos sobre o consumo.

Temos o acto de boa fé, com que esperam que as empresas invistam e criem mais postos de trabalho. apesar de lhes aumentarem os impostos, e terem uns parceiros de coligação que constantemente dizem que a culpa é dos empresários e das empresas, e que estes devem ser "colocados na linha".

Enfim, tem sido um enorme manancial de actos de fé e de "boa fé", e com enorme retribuição por tanta devoção. Não para todos, mas pelo menos a irmandade, e os seus devotos e fiéis seguidores, têm sido recompensados.

Já o restante país, desgraçadamente, nem a fé o salva. Mas isso são outras contas, e como sabemos, o actual governo, na matéria de contas, não pratica a "boa fé". Ante pelo contrário, pois são muitas as evidência da "má fé" com que as têm vindo a elaborar, e a reportar ao povo português, confiando na "fé" do povo, para aguentar, mais uns actos produzidos pela má fé.

E nestas questões, mais básicas, da "fé", a coisa passa-se assim:

- uns são escolhidos para pagar os "dízimos", e em retorno os líderes da irmandade, enviam-lhe uns diplomas de reconhecimento, emitido pela entidade tributária, entre muitas outras. 
- outros, recebem o dízimo, como merecida recompensa, pelos seus dedicados e devotos actos de "evangelização".....e todos os demais actos, mesmo os ilegais, desde que sejam praticados de "boa fé".

E quando estamos perante actos cometidos por "boa fé", quem nunca pecou, que seja o primeiro a atirar a primeira critica.

Pelo menos foi nestes princípios que a maioria de nós, foi educada. E parece que os irmãos, que antes eram ateus e laicos, também já se deram conta disto!

 
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