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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O artigo do dia: ninguem lavava mais branco que o BES - por Rui Ferreira

 

Este dinheiro tem dono. Mas até ao momento não apareceu ninguém a reclamar a sua titularidade e sua posse. E tenho a certeza que não irá aparecer.

Com um pouco de empenho e verdadeiro interesse, as autoridades competentes, conseguiriam descobrir, pelo menos alguma informação sobre quem são os detentores destes valores.

Mas em boa verdade, neste momento também não iríamos lucrar muito com isso.

Mas então se estes montantes têm dono, porque não aparecem a reclamar a posse deste dinheiro?

É simples: para o fazerem, teriam que revelar, quem são, onde ganharam estes dinheiro, quando o ganharam, e como o ganharam. E é precisamente aqui que estão as razões porque até hoje não o reclamaram.

Fica bem claro, que os titulares destes valores investidos no BES, não querem dizer quem são, de onde trouxeram estes dinheiros, quando, e como o ganharam.

Fica pois bem claro, que, quer os investidores, quer estes capitais, são pouco recomendáveis, para não recorrer a outros termos.

Mas nem tudo é mau. Estes valores ao não serem reclamados, poderão eventualmente contribuir para fazer baixar um pouco a factura da falência do BES, aos contribuintes.

Pelo menos por uma vez, o silencio da santa família, de alguma bandidagem ou gente corrupta, e das autoridades, sempre está a ajudar este santo mas desgraçado povo.

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A escola pública rejeita os feios porcos e maus

A verdade vem sempre ao de cima como o azeite por muito que custe aos extremistas proprietários da verdade absoluta. Se algum dia conseguirem o poder absoluto sobre a escola eliminando as que não conseguirem controlar nunca saberemos o que realmente se passa. 

"Não chega cumprir a lei, quando é evidente que a injustiça cresce diante dos nossos olhos. O problema é muito grave e já o seria se envolvesse um só aluno da cidade. Mas, desgraçadamente, envolve muitos. Depois, é grave porque está a criar dois tipos de escolas públicas. De um lado, as escolas públicas que rejeitam este tipo de alunos, chamamos-lhes as escolas públicas limpas, do outro, as escolas que os aceitam porque, situadas em “bairros sociais problemáticos” (ex. Cerco, Viso, Leonardo Coimbra), estão a ficar sem alunos, na sequência da debandada gradual da “classe média”, que apreende bem este movimento e retira os seus filhos para escolas mais limpas, que todos sabem quais são, mesmo ultrapassando disposições administrativas. Assim, este segundo tipo de escolas da cidade, as escolas públicas sujas, que a designação TEIP só ajuda a denegrir, concentram cada vez mais alunos com percursos escolares “irregulares”, como os que acima descrevo.

Além disto, há uma rejeição de alunos, mais sistemática, por parte das escolas secundárias, com base nas classificações e outros motivos burocráticos que se entende invocar apenas perante alguns alunos, para afastar os “indesejados”, pois podem estragar o perfil da escola e das turmas.

Cai assim mais uma mentira, a rejeição era atribuída exclusivamente aos colégios privados para daí se concluir que a escola pública integrava, dava igual oportunidades a todos . Mas como se vê só a democratização das escolas nos seus vários modelos de gestão permite o combate às desigualdades. Apoiando boas escolas sejam elas públicas ou privadas

Chora Jerónimo, chora, que o Costa compra

O caderno de encargos do PCP hoje apresentado pelo secretário geral faz lembrar aquela vendedora na praia de bolas de berlim que diz, "chora menino, chora, que a mãe compra."

O PCP não é governo só o PS é responsável "mas se não fizer o que exigimos" acaba o entendimento comum e o governo. Nem somos nem temos um acordo parlamentar para aprovar o orçamento mas exigimos lê-lo para só depois o aprovar. Não temos responsabilidade na governação mas sem o nosso apoio a governança não anda. Completamente independentes mas sem a nossa aprovação ...

Sem sairmos da União Europeia e do Euro e não voltarmos à União Soviética não há ruptura com esta política democrática, desculpem, com esta política de empobrecimento, em que tantos vivem com uma qualidade de vida nunca antes experimentada  pela humanidade.

Mas pelo sim pelo não, não pomos linhas vermelhas ao PS embora este não seja o nosso governo. A gente percebe Jerónimo, tal como a mãe do menino que chora pela bola de berlim...