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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Sem União Europeia a economia europeia conta muito pouco

A economia de França ( a segunda economia da UE) é mais pequena que a economia da Califórnia. E na Europa só há dois tipos de países. Os que são pequenos e os que ainda não sabem que são pequenos.

Agora reflictam sobre Portugal que é uma das economias mais pequenas e mais frágeis.(2% do total). Lembram-se da miséria e do atraso que lavravam no país antes da entrada na UE e dos subsídios europeus ? É que foi nos anos 80 ali à esquina em termos temporais. E que podemos nós fazer sozinhos fora da União Europeia ?

A Europa para resolver os seus problemas entre 1914 e 1945 foi teatro de duas guerras mundiais onde morreram 80 milhões de pessoas assim resolvendo o desemprego e a miséria. É a isto que queremos voltar ?

Sem investimento não resolvemos problema nenhum. Nem a estagnação da economia, nem o pagamento da dívida, nem o desemprego. E adivinhem quem tem dinheiro ? Esses mesmos, os que não gostam de ouvir governos a dizer todos os dias que querem sair da UE. Ou os seus apoios.

Enquanto gritam que querem sair, estendem a mão para os Programas de Apoio Europeus única via para arranjar dinheiro que se veja para investir . E os privados congelam projectos de investimento à espera de confiança.

É assim sem tirar nem pôr. Colocar a especulação à frente da realidade é populismo. Já tivemos a nossa doze com José Sócrates. Não quero mais, obrigado.

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A dívida pública continua a crescer e os "cofres cheios" estão cada vez mais vazios

Pela via da emissão a dívida pública não para de crescer e, ao mesmo tempo, a "almofada financeira" deixada pelo anterior governo , também conhecida por "cofres cheios", vai ficando mais vazia. Mais 800 milhões de dívida menos 1.500 milhões na almofada. E lá vamos cantando e rindo.

No total, a dívida pública portuguesa líquida de depósitos, na ótica de Maastricht (a que é apurada pelas entidades estatísticas e que conta para Bruxelas), aumentou em 2,3 mil milhões de euros em julho. Só nos dois últimos meses, a dívida líquida de depósitos aumentou em 5 mil milhões de euros, resultado, mais uma vez, das emissões de dívida feitas pelo Estado, mas também do uso da almofada financeira, que é cada vez menor.

Pois se a economia não cria riqueza pagamos a despesa e a dívida como ? Dizer o que António Costa diz é uma distorção da realidade também conhecida por populismo.

Com a mão na Caixa entre 2005 e 2010

Dez, doze, operações ruinosas de muitos milhões entre 2005 e 2010. É neste período que se concentram os financiamentos sem garantias, a amigos e a gente poderosa. Há muito quem não queira a auditoria à Caixa e, para já, deixou de se falar na comissão indigitada para essa função.

Respondendo a uma questão colocada pelos 'alunos', Marques Mendes recordou que a actual situação da Caixa Geral de Depósitos decorre de prejuízos criados ao banco público, sobretudo por uma dezena de operações de financiamento concedidas entre 2005 e 2010. 

"Há 10, 12 operações que foram absolutamente ruinosas, porventura financiamentos que não deviam ter sido concedidos, financiamentos que não foram concedidos com garantias minimamente eficazes, porventura financiamentos concedidos a troco de favores políticos", disse, considerando que, se o Estado tem agora de meter dinheiro na Caixa, ao menos que se esclareça o que aconteceu e apure responsabilidades.