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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Aos 15 anos a ambição é viver do Rendimento mínimo

No meio daquela história brutal de Ponte de Sor há uma passagem que dá a ideia do ambiente em que tudo se passou. O jovem vítima da brutal agressão estava sozinho às 3,30 horas da madrugada porque tinha ido a casa da namorada. Foi apanhado quando voltava para se juntar aos companheiros em local combinado.

Eu não quero tornar isto demasiado vulgar mas o jovem foi a casa da namorada dar uma queca ? Género, esperem aí uma meia hora que vou ali e já venho. Depois de ter entornado uns quantos shotes e cervejas e ter andado à porrada? Ou foi ver a namorada para lhe fazer uma serenata ? A namorada, que deverá ter a mesma idade, ainda esperava pelo príncipe àquela hora antes de dormir?

Não estudam nem trabalham, não têm nenhuma responsabilidade de levantar cedo. A sociedade e já agora a família esperam o quê para o futuro destes jovens? E os próprios já ouviram falar no Rendimento Mínimo e isso sossegou-os ?

Ir a casa da namorada às 3,30 horas parece ser normal para quem aos 15 anos já não tem ambição nenhuma

PS: claro que lamento profundamente o que se passou mas aos 15 anos andar em roda livre não promete coisa boa...

Novo resgate parece inevitável

Não atirem ao mensageiro, na verdade ir preparando o povo, o bom povo, para mais sacrifícios até é um serviço que se presta ao governo e aos seus apoios " agarrem-me que eu vou-me a eles". Porque os apoios não vão a lado nenhum, engolem como todos os outros e o resto são cantigas.

Um artigo publicado esta segunda-feira no diário financeiro alemão Handelsblatt vai ainda mais longe. Sob o título "Pressão sob Portugal aumenta", Sandra Louven escreve que "Portugal está a caminho de outra crise financeira, devido ao elevado endividamento, baixo crescimento e bancos frágeis." E diz mesmo: "Um novo resgate da União Europeia parece inevitável", uma afirmação a fazer lembrar 2011. O artigo, reservado a assinantes, refere a subida das taxas de juro de Portugal e a já citada entrevista de McCornick à Reuters.

Portugal já está no radar internacional pelas piores razões.