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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Há tanta maneira de dizer que o défice melhorou

O ministério das Finanças diz que o défice melhorou 543 milhões em relação ao mesmo mês do ano passado. Não diz é que isto é quase metade do que tinha melhorado o mês passado.( 971 milhões)

Os dados de execução orçamental serão publicados ainda hoje pela Direcção-Geral do Orçamento. São valores importantes para avaliar se as contas estão controladas e em linha com o Orçamento do Estado. Contudo, importa sublinhar que os dados estão expressos em contabilidade pública, o que dificulta essa análise. O défice que interessa para Bruxelas é em contabilidade nacional e é publicado trimestralmente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

França e Espanha crescem Portugal afunda

A economia em França está a crescer 1,5% e a Espanha cresce mais que o previsto (3,2%). E o ambiente externo é igual para todos não cola a desculpa ensaiada .

A verdade é que em Espanha e em França não há acordos políticos contra-natura, quem governa ( curiosamente em França os socialistas em Espanha os liberais) não tem tentações anti-Europa nem ódios de classe.

Em Portugal a dívida cresce, as taxas de juro são três vezes mais altas que as de Espanha e França e a economia afunda para 0,8%. O cenário não é sustentável. Não será melhor mudar ?

Nenhum dos pressupostos do programa da geringonça se verificou e os resultados são pobres e perigosos. Se o segundo semestre confirmar este cenário desolador ( os índices de Julho do INE devem ser conhecidos hoje) o Presidente da República tem que impedir que o país caminhe para nova bancarrota.

Acabaram os afectos, o país precisa de decisões que o coloquem no caminho certo. É possível, os nossos parceiros são capazes.

Colégios recebem todos os alunos sem cobrar

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 Foi o que pensei logo que o ministério avançou com esta guerra inútil para os alunos mas incontornável como cumprimento das exigências do PCP. Manter as turmas cujo financiamento foi cortado pelo estado e entre proprietários, pais, economia local e poder local encontrarem uma solução. Pois bem ela aí está.

Não só as turmas são criadas como ultrapassam a questão avançada pela secretária de Estado que tem as duas filhas no Colégio Alemão. Não há limite de habitação. Quer isto dizer o que é óbvio e que é a única reivindicação das famílias. Somos nós que escolhemos a escola que queremos que os nossos filhos frequentem.

Esta posição é de uma enorme importância no reforço da sociedade civil face à prepotência do estado sindical-comunista. Se as famílias não reagirem um dia destes, temos os sindicatos comunistas da Educação a exigirem o monopólio do sistema de ensino, público e privado, acabando com este último. Já o tentaram na Banca, nas Telecomunicações, na Saúde e nada os impedirá de avançarem sobre o ensino.

Como tantas vezes, na comunicação social, na organização sindical, o povo reage agora nas escolas defendendo a liberdade de escolha.