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BandaLarga

as autoestradas da informação

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É o Eurogrupo que está segurar as taxas de juro a Portugal

As taxas de juro a 10 anos estão acima dos 3% e mostram nervosismo, acentuando-se pontos de subida seguidos de pontos em baixa. Mas nunca descendo abaixo dos 3% que é o triplo do que paga Espanha para o mesmo prazo. E em Espanha a economia cresce 3,2% enquanto em Portugal a única coisa que cresce é a dívida.

Se estivéssemos fora da UE como deseja o PCP já estávamos aí com o FMI a aplicar-nos uma daquelas conhecidas receitas cavalares. Felizmente que não é o caso.

E quanto ao investimento também só estamos à espera que os subsídios europeus cheguem à economia pois nem o país tem dinheiro nem os mercados querem financiar-nos.

Ontem o Banco de Portugal reportou que a dívida pública tinha crescido de 128,9% para 131,6% o que com o comportamento medíocre da economia acentua a desconfiança dos mercados.

A esperança ténue de alguma boa notícia só pode vir da Europa a tal que o PCP classifica de chantagista. Como bem diz Jerónimo de Sousa não dá a bota com a perdigota.

 

Uma Educação que não responde às necessidades dos alunos

Os pais desesperam, os alunos não têm colocação mas o ministro e a secretária de Estado ( com as filhas no Colégio Alemão) vão fechando boas escolas privadas em associação. Que a política do ministro tinha (tem) a ver com a necessidade de entregar o sistema aos sindicatos já sabíamos o que não sabíamos é que a realidade se impusesse tão depressa.

Nas boas escolas públicas não há vagas e nas más também não, mas vai ser nestas que vão ser colocadas as crianças que não têm meios para viverem numa zona decente.

Há duas semanas foi avançado que, só na região de Lisboa, existiam centenas de crianças em lista de espera para frequentar o ensino pré-escolar.

É este Estado anafado e ineficiente que quer dominar todo o sistema de ensino não temendo deixar de fora as crianças com maiores dificuldades sociais. 

Boas escolas públicas cheias de alunos remediados; más escolas públicas cheias de alunos pobres; boas escolas privadas cheias de alunos ricos. É este o resultado da política comandada pelos sindicatos comunistas na Educação. 

A UE do pós-Brexit será a Europa da paz da união da liberdade e dos sonhos

Voltar aos principios poderosos que levaram à União Europeia. Merkel voltou a lembrar que a União Europeia nasceu de alguns dos "mais sombrios momentos da História europeia" e, perante "gigantescos desafios", deve trabalhar cada vez mais em conjunto, contribuindo para maiores níveis de crescimento económico, maior segurança nas suas fronteiras e maior criação de emprego para os jovens. 

Os países mais poderosos não devem tomar decisões pelos outros mas devem liderar, sem exarcebar nacionalismos. A segurança exige mais coesão entre todos. O crescimento da economia exige maior solidariedade e a Política exige maior integração.

Não, o Brexit não é o fim da UE é o que nos dizem Merkel, Holland e Renzi .