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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Queres uma escola com amianto ou em contentores ?

É esta a opção proposta pelo ministério da Educação. Mais de cem alunos ali na região de Mafra andam a ser empurrados de escola para escola

“Estivemos entre os promotores da marcha em defesa da escola pública, mas em primeiro lugar estão os alunos, o que neste caso não nos parece que esteja a acontecer”, comenta. Por isso, Isidoro Roque defende que no caso de Mafra a solução passe por manter as turmas com contrato de associação no Colégio Santo André até que seja possível ter “uma oferta pública em condições”.

Núria Peres lembra, a propósito, que até ao ano passado os alunos de algumas das freguesias do concelho de Mafra eram obrigados a transitar no 7.º ano para o Colégio Santo André por não existirem vagas nas escolas pública da zona. Aquele colégio chegou a ter 21 turmas do 3.º ciclo financiadas pelo Estado, abrangendo mais de 500 alunos.

Percebe-se bem porque são estas escolas rejeitadas pelos alunos. A oferta pública passa pelos colégios em associação

Pensamento do dia: "GALP - a venerável amiga da seleção e dos portugueses"

  Caros directores, administradores, e demais acionistas da GALP: Ao invés de andarem a gastar o vosso orçamento de marketing com ofertas de viagens a políticos, e outras que possivelmente nem sequer tomámos conhecimento, e políticos esses, que por muito que vos possam "ajudar", em boa verdade acabarão sempre por vos causar mais dano do que benefício, para a vossa imagem, junto daqueles que verdadeiramente vos deveriam interessar: os consumidores, porque não investir parte desses fundos em acções, com reconhecido valor, e com verdadeiro carácter altruísta? Porque não oferecer gratuitamente o combustível às corporações de bombeiros que se encontram actualmente a lutar contra os incêndios que lavram por todo o país? Pelo menos durante a época dos meses de Verão, que é quando eles mais precisam de todas as ajudas que lhes possam dar. Porque não a GALP passar a patrocinar os Bombeiros Voluntários, ao invés de uma selecção de Futebol, e a FPF, que movimentam milhões de euros, e que em nada necessitam da vossa ajuda? Desenvolvam um programa de eventos associados às actividades que os bombeiros executam. Criem um programa onde podem incentivar a melhoria da qualidade dos serviços prestados pelas corporações de bombeiros. Ofertas de equipamentos, viaturas, combustível, são algumas das muitas formas que existem. Mas com um pouco de imaginação, o que não faltará são formas interessantes e com impacto positivo, para os bombeiros, e para a vossa imagem. Tenham o foco junto da população portuguesa, que são os vossos potenciais e reais clientes. Não os que desempenham cargos políticos ou de governação. Não se preocupem, com o "bem estar" nem em agradar a políticos nem a governantes, pois eles vão e vêm, e como ambos sabemos que eles se vendem fácil, a sua lealdade é muito "volátil. Pensem bem no que vos vou dizer: se os nossos políticos e governantes, supostamente vendem facilmente sua lealdade, à GALP, facilmente também a venderão a concorrentes vossos. Ou quem sabe se eles não a vendem a ambos, e em simultâneo, pois como sabemos, há que "maximizar" os retornos dos "activos"..... Invistam na conquista da lealdade do povo português. São eles a maior base de sustentação de uma grande parte do vosso negócio, e garanto-vos que serão bem mais leais e bem mais baratos de serem "comprados", que qualquer efémero político ou governante. E quanto aos políticos e governantes, e o futebol, não se preocupem com eles, pois sempre irão conseguir arranjar formas e meios de poder continuar a viajar, e, ou, ir ver os jogos da seleção, à pala de outros. É que em último recurso, eles podem sempre fazê-lo à pála dos contribuintes. Pensem nisto

Rui Mendes Ferreira

 

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Uma política de gestão de fogo zero é possível ?

Não é possível nem desejável uma política de incêndios zero, porque a acumulação de combustível nas florestas é a principal causa dos fogos não controlados ( controláveis) . Também não é "deixar arder". Só pode arder desde que não prejudique infraestruturas e bens.

Esta política permite que os bombeiros e meios de combate se concentrem nos incêndios realmente perigosos e na defesa de pessoas e bens.

Consiste em deixar arder os incêndios, geralmente de origem natural, desde que não ameacem bens/ infraestruturas e desde que ardam em condições que satisfaçam os objectivos de gestão do território. Para ter uma ideia da importância deste “deixa arder” nos EUA diga-se que é superior à área de fogo controlado, que por sua vez é a principal actividade do Forest Service. Poderia esta política ser adoptada, aliás adaptada, para a Europa? Não tenho a menor dúvida de que sim. Aliás, ela já é involuntariamente praticada em Portugal (nas épocas do ano em que a prontidão do dispositivo de combate é menor)”.