Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

Costa troca défice por votos do PCP e BE

A campanha já está no terreno. Leia-se a entrevista de João Galamba. O défice não vai ser nada 2,5%, vai ser 3% para tirar o país dos défices excessivos e viva o velho.

O PCP não aguenta subir o IVA e congelar os salários e as progressões nas carreiras na função pública. A CGTP já anda por aí a ameaçar. O BE perdida a batalha do crescimento económico e das exportações e sem alternativa ao aumento dos rendimentos foi a banhos. Espera para ver em Setembro com o orçamento de 2017.

Ainda ontem saímos de um aperto já estamos metidos noutro. Estabilidade.

capa_jornal_sol_30_07_2016.jpg

 

O que falta à Mexicana é qualidade

Pois é, meus caros, normalmente a chave do problema está ali mesmo debaixo do nariz. E na Pastelaria Mexicana o problema é a qualidade ou melhor, a falta dela.

Se eu quiser beber um bom café desço a Av. Guerra Junqueira e bebo-o numa pequena pastelaria. Se quiser pastelaria de qualidade encontro-a logo ali à esquerda de quem desce a partir da Mexicana. Se quiser almoçar ou jantar vou à Av. João XXl ou mesmo à Av. de Roma.

O que há de bom na Mexicana já lá estava. A esplanada, o espaço amplo e as obras de arte, tudo o que veio depois é mau. É este o problema.

A Mexicana é um local aprazível e geograficamente gratificante para quem queira passar um bocado a conversar ou para grupos de amigos se encontrarem e dali partirem para um destino que ofereça qualidade.

Por acaso, ou não, no outro dia bebi na Mexicana um bom gim tónico preparado a preceito. Um copo de largo bojo, o gim no ponto, a água e o gelo como manda a escola e os sabores ( sabedores) de ervas e grãos originais.

Sigam este caminho e vão ver que não serão precisas mais obras e não faltarão clientes.

mexicana_ALA6835.jpg

 

 

Economia parada entre 0,25% e 0,75%

Ao mesmo tempo que 2016 avança as previsões para o crescimento da economia pioram. A última dá um crescimento entre 0,25% e 0,75%. Como o orçamento foi de 1,8% calcule-se o buraco em termos de arrecadação de receita. As perspetivas para o segundo semestre” deste ano “dificilmente poderiam ser piores“, agravadas com contas públicas que estão “sob suspeita”.

Durante os três primeiros meses de 2016, assinala a nota, “a poupança das famílias foi negativa, algo de inédito e altamente preocupante“. As responsabilidades caem, parcialmente, sobre os ombros do Executivo. “Isto decorrerá em parte da estratégia governamental de estímulo ao consumo, mas coloca-nos na péssima posição de não conseguirmos financiar o investimento atual, que é já demasiado baixo”.

E a dívida não cessa de crescer evidenciando que as necessidades de financiamento são bem maiores que o suposto défice controlado. Acreditem, estão a mexer nos nossos bolsos.