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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O governo está a conduzir o país para um desastre económico e financeiro

Passos Coelho diz que pode ser tarde para o governo tomar medidas para evitar o desastre que todos anunciam. A economia está em queda pronunciada, o IVA arrecadado está muito longe do orçamentado e a sua redução na hotelaria que entra agora em vigor vai prejudicar ainda mais.

Passos afirmou que, apesar de a execução do orçamento revelar "aparentemente que as coisas estão bem", na prática "há muita despesa que está a ser adiada, houve medidas que foram tomadas e que nos próximos meses vão gerar mais despesa ainda" e a economia está a abrandar.

O presidente do PSD reafirmou a convicção de que "se o Governo não está à procura de um pretexto para fazer eleições, pelo menos parece", pois os governos quando "se aproximam de eleições têm uma tendência para exacerbar demagogicamente condições que são muitas vezes artificiais, arranjam inimigos comuns".

Há muita gente a avisar mas o governo parece a senhora na auto-estrada. Vão todos em sentido contrário só ela é que vai no sentido certo.

A Espanha tramou António Costa

A Espanha apressou-se a apresentar medidas adicionais de seis mil milhões de euros para evitar as sanções. Quem é que acredita que a Comissão Europeia vai tratar de igual modo um país que apresenta medidas e outro que as recusa ?

Depois do governo espanhol ter apresentado medidas extraordinárias, Madrid terá garantido que as sanções serão meramente simbólicas. Portugal terá que seguir o exemplo espanhol. Se não o fizer, não terá direito ao mesmo tratamento que a Espanha. A Comissão não poderá tratar do mesmo modo um país que apresentou medidas excepcionais e outro que se recusa a fazer o mesmo. E o governo espanhol, provavelmente apoiado por outros governos, não aceitará que se trate situações diferentes como iguais.

Portugal está a comprar uma guerra que não tem condições nenhumas para ganhar

O governo está a inventar uma guerra contra si próprio

António Barreto :  O governo recusa mostrar à Comissão um rascunho de orçamento que, aliás, ninguém lhe pediu! Insiste em gastar e distribuir. Não corta na despesa. Contraria a Espanha e o Reino Unido. Critica a Alemanha. Procura aliados na extrema-esquerda, coisa pouca. O governo não tem meios, nem força interna, nem aliados externos que lhe permitam esta espécie de baroud d"honneur, o último combate de uma guerra perdida! De luta simbólica para dar o exemplo. De sacrifício que faça um mártir e nos transforme em heróis! Portugal não tem riqueza, nem recursos, nem capacidade para, sozinho, contrariar as regras da economia europeia e mundial, obter os créditos de que necessita, conseguir os investimentos de que carece. Não se deve cantar mais alto do que a sua garganta. Nem dar passos maiores do que os seus pés. Muito menos cantar de galo, quando não se tem voz nem poleiro. António Costa e o governo estão a preparar-se para desencadear uma luta para a qual não têm meios nem força. E nem sequer razão.