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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Sanções são um incentivo para que se faça o que se tem a fazer

Espanha é só o país que mais cresce em toda a União Europeia ( 3,5%) enquanto Portugal se afunda nos 1% se não menos. Espanha cria emprego e não tem problema nenhum no seu sistema financeiro, enquanto Portugal não cria emprego e o seu sistema financeiro tem mais buracos que um queijo suíço. Mesmo assim o país vizinho prepara-se para apresentar medidas adicionais para conter o défice em 3%,

Mas Portugal não precisa de apresentar medidas adicionais ( em 2016 não se olvide ) forma habilidosa de dizer que as medidas vão ser empurradas para o orçamento de 2 017. E, aí, face às dificuldades logo se arranjará uma forma e um culpado para que as medidas sejam empurradas para 2018. E a dívida cresce e os juros esmagam-nos, coisa pouca está bem de ver.

Em relação ao caso espanhol, António Costa fez questão de salientar que a situação é diferente, já que Portugal apenas excedeu o limite de défice a 3% por duas décimas, enquanto no país vizinho o défice atingiu os 5,1%.

E os minstros das finanças da UE dizem-nos que as sanções ( de grau zero, mas sanções) são um incentivo para que os dois países façam o que têm a fazer e que os outros já fizeram.

O título Europeu de Portugal - Após digerir as emoções !

Foi um jogo épico! Que começou com o trágico fado Lusitano com a saída em lágrimas de Cristiano Ronaldo lesionado. Senti um Déjà vu nesse momento... Mas na realidade CR7 não saiu de campo, passou todo o jogo a transmitir a sua força para os colegas de equipa dentro de campo, culminando com o golo de Éder que deu o título Europeu e com o grito final de Vitória.

 

É um atleta com uma competitividade jamais vista, mesmo lesionado é um Campeão, no sentido literal e de mentalidade. É o tipo de Português que engrandece o nosso País! A imagem que reterei na memória é a do golo de cabeça ao País de Gales, suspenso no ar, lá em cima onde os outros não chegam, a cabecear para o golo certo, qual Super-Homem!

 

Imagens Google

Como a imprensa internacional viu a vitória de Portugal in PÚBLICO 11/07/2016

“Portugal, campeão europeu: a crueldade é bela. A saída do campo Cristiano é como a remoção de um corpo morto no campo de batalha. As mãos cobrem com pudor um rosto ensanguentado em lágrimas. O inimigo aplaude em pé quem demonstrou tantas vezes o seu valor.” El Mundo (Espanha)

 

"As lágrimas de tristeza de Cristiano Ronaldo transformaram-se em alegria na maior noite de Portugal. Não foi apenas uma vez que Cristiano Ronaldo levou as mãos à cara e lutou para conter a emoção. Desta vez foi por causa de uma alegria imensa. O capitão português, que foi cruelmente expulso da sua final por causa de uma lesão no joelho na primeira meia hora, caminhou ao longo do campo para ter um momento a sós enquanto a histeria explodia à sua volta.” The Guardian (Inglaterra)

 

“Do drama à história. Das lágrimas de desespero às lágrimas de alegria: houve de tudo e de tudo o oposto na noite Cristiano Ronaldo. A lesão no joelho esquerdo que lhe arrancou a possibilidade de jogar a final Euro 2016 depois de apenas 25 minutos parecia ser o mais clássico negro dos presságios, mas o golo de Éder no minuto 109 mudou a história e desenhou as imagens felizes com CR7 a coxear e a levantar a taça de campeões da Europa.” Gazzetta dello Sport (Itália)

Imagens Google

 

Voltar à estabilidade e ao centro político

63% dos portugueses querem permanecer na União Europeia. 70% dos espanhóis querem permanecer na União Europeia.  Portugueses e Espanhóis querem voltar à estabilidade e ao centro político.

Segundo as sondagens, apesar de 70% da população preferir que Rajoy renunciasse à liderança, 73% dos votantes do PSOE apoiam a abstenção do seu partido a fim de viabilizar um governo do PP; o mesmo se passa com os votantes de Ciudadanos e até com 50% de Podemos, que preferem um governo de Rajoy do que repetir uma vez mais as eleições. Depois deste interregno, a estabilidade e o recentramento das políticas têm neste momento a aceitação da grande maioria da população.

 

As oportunidades de um país integrado no grande espaço Europeu

Centro científico que Portugal e Estados Unidos negoceiam para os Açores só é possível porque pertencemos à União Europeia. Aproveitar a situação geográfica das ilhas e as infra-estruturas já existentes ajuda mas fora da UE nunca Portugal teria tal oportunidade.

Emprego científico, universitário e a NASA bem como toda a economia local serão focos de desenvolvimento. O centro de investigação vai chamar-se AIR Center (Azores International Research Center) e o objetivo é desenvolvê-lo em infraestruturas já existentes no arquipélago dos Açores, como o aeroporto das Lajes, as instalações de medição da radiação atmosférica do Departamento de Energia do Governo dos EUA na ilha Graciosa ou o Departamento de Oceanografia e Pesca (DOP) da Universidade dos Açores na ilha do Faial. Note-se que os Açores acolhem também estações da Rede Atlântica de Estações Geodinâmicas Espaciais nas ilhas das Flores e de Santa Maria, a Estação de Rastreio de Satélites da Agência Espacial Europeia (ESA) e a Estação Sensor Galileu (o GPS europeu), igualmente em Santa Maria. 

Enquanto isto o BE e o PCP exigem a saída dos militares da Base Aérea...

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