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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Se Bruxelas não autorizar cai o governo

O governo prepara-se para integrar o Novo Banco na Caixa, operação que atira o montante de capital a injectar para 5 mil milhões. Paga o contribuinte.

O Novo Banco não é público, não pertence ao mesmo dono que a CGD ? Seria comprado? A que preço? Seria nacionalizado? Com ou sem indemnização? Será que é intenção do Governo fazer recair o custo da resolução do BES sobre os contribuintes, quando a forma como o processo foi conduzido se destinou precisamente a protegê-los?”.

Tudo indica que esta será mais uma cedência do PS ao PCP e ao BE e se Bruxelas não autorizar não se vê como o governo se irá manter. A nacionalização do Banco Novo já foi repetidamente exigida pelos dois partidos que apoiam o governo.

Começamos a perceber porque há tanta gente nervosa com o inquérito à Caixa. Integrar o ex-BES e recapitalizar a CGD é uma forma de branquear tudo com o nosso dinheiro. Resta não mexer em nada, não saber nada, esquecer tudo.

O novo hospital em Lisboa que vai substituir os velhos hospitais centrais

Parece que vai ser em 2017 que arranca o novo hospital oriental de Lisboa que vai substituir os velhos hospitais centrais de Lisboa ( S. José, Capuchos, Santa Marta, Estefânia e Maternidade Alfredo da Costa ) . A crise não deixou que fosse construído mais cedo mas os milhões gastos e perdidos em falta de eficácia em velhos edifícios convertidos em hospitais aconselha a sua rápida construção.

Novos conceitos e novas tecnologias podem ser desenvolvidos no novo hospital. As camas dos actuais hospitais ( 2 200) serão substituídas por cerca de 800. Mas a redimensão está ainda em cima da mesa.

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São os jovens que querem permanecer na UE

O mais importante de tudo é que são os jovens que querem permanecer na União Europeia. O futuro está na UE. É só necessário que os jovens compareçam e o "remain" ganha.  Para trás ficam os mais velhos a quem a UE já diz pouco mas que há uns anos, ainda jovens, dizia muito.

A UE é uma obra extraordinária( social, económica e politicamente), nunca construída, não são de estranhar as dificuldades, as indecisões, os erros. Mas é o futuro que está a ser construído e os jovens percebem isso melhor que ninguém. Com os jovens a UE tem futuro neste e em todos os outros referendos que se façam, seja neste ou noutro país.

Há milhões de jovens que viajam por essa europa fora ao abrigo de programas de intercâmbio. No ensino, no lazer e no trabalho. Com horizontes abertos, sem fronteiras como cidadãos europeus. Como nunca os jovens têm um futuro que não se limita às fronteiras do seu país.

Os mais velhos conheceram a emigração/aventura, sem protecção e ao Deus dará. Os mais jovens emigram com programas estabelecidos, com segurança e com emprego garantido.

A União Europeia é o futuro para quem tem futuro . Quem não está com a UE é o passado.