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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Ninguém é obrigado a frequentar uma escola pública que rejeita

Os alunos com corte no financiamento não são obrigados a frequentarem uma escola pública que rejeitam. É, aliás, uma humilhação para uma escola que abre os braços a quem a rejeitou. Não porque os alunos tenham mudado de posição mas porque o ministério e os sindicatos a isso os querem obrigar

Uma vergonha para um estado que se diz democrático, usar a carência financeira das famílias mais pobres para encher as salas das más escolas públicas rejeitadas. É que os alunos que têm dinheiro não aceitam essa ordem do estado e frequentam os bons colégios. Pode o estado obrigar os alunos pobres a frequentarem as más escolas públicas ? Não, não pode, num estado de direito, não pode. Havendo boas escolas os alunos têm o direito de as frequentar.

Se o estado quer fechar escolas só pode fechar as escolas rejeitadas que não conseguem encher o vazio das salas de aula. É assim num estado democrático. De outra forma o cidadão teria que aceitar o mau serviço público sem direito a recusa e a alternativa em todos os sectores. Há aí na tua zona um hospital especialista em deixar os doentes numa cadeira de rodas? Pois, tens que escolher esse e não outro. Uma aberração como bem se entende. Uma administração pública sem qualidade que o contribuinte teria que aceitar pagando-a.

O que o ministério da Educação está a atacar não é só a liberdade de escolha é também o estado democrático. É nosso dever dizer não. E há sempre quem diga não.

Formamos uma grande equipa

Fortes e rápidos a defender, ágeis e fulminantes a atacar o SAPO e o BANDA LARGA formam uma grande equipa. Consistência e entreajuda, trabalho de casa e talento, eis o segredo.

 

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Um concurso excepcional quando nenhum facto excepcional ocorreu

Ao abrir um concurso excepcional quando nenhum facto excepcional ocorreu o ministério da Educação cede em toda a linha na sua argumentação e reforça a dos colégios. Tendo sido aberto concurso normal em 2015 só em 2018 haveria lugar a concurso normal daí o subterfúgio encontrado pelo governo. Concurso excepcional.

Segundo as normas aplicáveis ao caso, o concurso para abertura de turmas de início de ciclo com contrato de associação deve acontecer de três em três anos. Se o último teve lugar em 2015, o próximo deverá acontecer em 2018. Quer dizer: o concurso de 2015 contempla já, necessariamente, aberturas de ciclo nos anos lectivos de 2015/2016, 2016/2017 e 2017/2018. Mas porquê essa cadência trienal? Porque se entendeu que a estabilidade que interessa assegurar em matéria de organização educativa ficava melhor servida assim do que se todos os anos houvesse que recomeçar. Acautela-se, além disso, que uma turma financiada em início de ciclo continuará a sê-lo até ao fim do mesmo: se é do 5º ano, o contrato abrange também o 6º; se for do 7º ano, ele irá até ao 9º; se é do 10º, permite igualmente os dois anos de continuidade.

Uma guerra aberta pelo governo no tempo errado mas PCP e BE assim o exigem.

Como se esperava o Brexit perde força

As últimas sondagens mostram um empate entre o " leave" e o "remain" com este último a recuperar fortemente. A realidade que pode ter elevados custos para os ingleses começa a impor-se. O país tem muito a perder economicamente com a saída da UE . A morte da deputada também está a influenciar os resultados.  

Como já se previa aqui . As casas de apostas também parecem confiantes de que, no final de contas, a maioria dos indecisos irá pender para a permanência. “Historicamente, existe uma tendência para ver uma aceleração, na reta final, no sentido do status quo, especialmente entre os indecisos”.

A confirmar-se a vitória do "manter-se" inglês a UE pode entrar num período de acalmia com uma coesão mais forte.