Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

Jogos Olímpicos sem dinheiro, sem segurança e sem a Rússia

Deus é brasileiro e por hoje é a última esperança . A balbúrdia é mais que muita a um mês do inicio dos jogos.O governador do Rio de Janeiro decretou a calamidade financeira. Não há dinheiro, os funcionários públicos não recebem os salários e as pensões há três meses. Os serviços públicos não funcionam, a violência face à fragilidade do estado é cada vez maior. E a chegada de um milhão de visitantes não ajuda.

Claro que esta é uma consequência da situação ao nível político federal. Com um presidente interino sem credibilidade e sem poder. E os rios de dinheiro gastos em despesa com as infra-estruturas fizeram o resto.

A Rússia afogada em doping não participará nos jogos o que retira brilho mas também batota. O que virá a seguir ?

As autoridades públicas estão agora com poderes para tomar medidas excepcionais mas mal se percebe que consigam conter a violência que assola a cidade quando nunca o conseguiram. E quando a Lei e a Ordem é prosseguida com medidas excepcionais num ambiente destes é a própria democracia que está em causa.

O mundo está perigoso.

 

A actividade económica já vai em terreno negativo

Não se via desde 2013 a actividade económica em -1%, aconteceu em Maio e desde há seis meses consecutivos que desce. Depois de todos os índices estarem abaixo do que o governo prometia o que é mais preciso para executar o Plano B ?

A OCDE, nas previsões divulgadas recentemente, considerou que a economia portuguesa dificilmente crescerá mais que 1,2% em 2016, a previsão mais pessimista até agora. O Banco de Portugal actualizou as suas estimativas e tem uma previsão não muito diferente, apontando para um crescimento do PIB de 1,3%.

O Ministério das Finanças mantém-se como o mais optimista, a prever o crescimento económico de 1,8%.

Em Julho vamos ter a avaliação do 1º semestre e o governo vai desculpar-se com a crise dos outros tal como fez Sócrates com os PECs . E Marcelo vai ter que dizer ao país o que podemos esperar.

A verdade não é desejável na Caixa Geral de Depósitos

A verdade pode destruir o banco público. E o que é a verdade ? É o que a extrema esquerda acompanhada pelo PS não quer que se saiba. Confuso ?

Mas olhe que foi assim que a Caixa andou a destruir valor há vários anos e se prepara para nos pedir ainda mais dinheiro . E ninguém viu ?

Eu não quero o fim do banco público mas não quero que andem por lá uns figurões a fazer mão baixa do nosso dinheiro e nem sequer são responsabilizados.

Sabemos bem a que negócios se dedicou a Caixa não se pode escamoteá-lo por mais que não se queira que a verdade veja a luz do dia. A reputação que está em causa não é a da Caixa é a dos administradores responsáveis. Isto é tão fundamental como o virar de página que o governo está a fazer no banco público. Pôr o conta quilómetros a zero.

É preciso recapitalizá-la mas também é preciso saber quem é que levou o dinheiro e enviar tudo para a PGR. Entre gestão danosa e incompetência há de tudo e não é preciso ir a todas, basta as principais que são mais que conhecidas.

Não parece que o risco do Brexit ganhar seja assim tão elevado

Embora as sondagens no último mês indiquem que os votantes se inclinam para a saída do Reino Unido da União Europeia, tudo indica que as probabilidade disso acontecer não são assim tão elevadas. Ao contrário das sondagens as apostas (  onde o sentido prático se sobrepõe às emoções) continuam a favorecer a permanência do Reino Unido na UE.

Grande parte dos que se inclinam para o não à Europa têm medo da migração convencidos que fora da UE defendem melhor o país, mas estão conscientes que o país pagará caro nas vertentes económica e política .

As casas de apostas também parecem confiantes de que, no final de contas, a maioria dos indecisos irá pender para a permanência. “Historicamente, existe uma tendência para ver uma aceleração, na reta final, no sentido do status quo, especialmente entre os indecisos”, diz Jamie McKittrick, responsável da casa de apostas Ladbrokes, citado pela Bloomberg.

Numa análise às sondagens, o Citi também assinala que “historicamente, os eleitores tendem a flirtar com as alternativas políticas mas, muitas vezes, isso é seguido por um choque de regresso ao status quo“.