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BandaLarga

as autoestradas da informação

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No ministério da Educação há mentira e manipulação

Porque recorreria o ministério a um concurso excepcional se pudesse valer-se de um concurso normal ? Esse é o ponto a que o futebol, a praia e a ideologia comunista não deixa  prestar atenção.

O Ministério da Educação não honrou a verdade ao referir-se às conclusões da Procuradoria-Geral da República. E usou de um expediente ao abrir um concurso "excepcional" para os contratos de associação

A mudança do Ministério da Educação, no sentido de seguir um outro caminho no que toca à política educativa quanto aos contratos de associação, deveria antes ter apontado para um estudo de reavaliação da rede que viesse a produzir efeitos mais tarde, nunca antes de 2018, assentando numa atempada comunicação aos interessados, a saber: aos pais, que contavam matricular os seus filhos, nomeadamente nos ciclos de continuidade (por exemplo, do 6.º ano para o 7.º, conceito que não se confunde com a continuidade dentro de cada ciclo), e aos próprios estudantes; aos diretores e titulares dos estabelecimentos de ensino, que têm pesados encargos financeiros assumidos; aos docentes, de forma a conseguirem, em tempo útil, concorrer ou procurarem, em prazo adequado, outras alternativas no mercado, o que permitiria uma desoneração dos orçamentos dos próprios estabelecimentos de ensino, solução válida também para os profissionais não docentes.

Criar um grande problema jurídico, financeiro e político, onde não havia problema nenhum, como se nota por os vários governos socialistas antes deste nunca terem levantado a questão.

A crise voltou

As taxas de juro a dez anos subiram para 3,44% e as dos restantes prazos também estão em alta. Os investidores estão a fugir dos países periféricos por culpa ( mas não só) do Brexit . Quando este governo iniciou funções a taxa de juro a dez anos estava pouco acima dos 2%. Estes juros matam-nos.

Ainda hoje o banco alemão Commerzbank enviou aos clientes uma nota pouco abonatório para Portugal, afirmando que o país está à beira de uma nova crise.   

"Portugal ainda é um dos países da Zona Euro à beira de uma crise. A economia está a enfraquecer desde o último Verão, o que aumenta os riscos para as metas orçamentais e adia uma descida significativa do elevado nível de dívida pública do país num futuro próximo".

Claro que o governo tem pouco ou nenhum controlo sobre o ambiente exterior mas tem a culpa toda em desenvolver uma política que aprofunda a crise. E essa culpa passa pelas cedências que vem fazendo aos seus apoiantes parlamentares. Não tem que se queixar, António Costa sabia bem que não seria de outra maneira.

Na Caixa Geral de Depósitos não há inocentes

Há evidente mal estar com a possibilidade de se avançar com um inquérito à CGD. Não há inocentes e todos sabem que a lama os vai atingir. O argumento que o inquérito vai prejudicar a reputação de um banco em operação não colhe tal essa reputação anda tão por baixo. Vamos saber os detalhes do crédito entregue a amigos, conhecer quem são os devedores, quem são os responsáveis ? Já todos sabemos que existem só ainda não sabemos os nomes e os rostos de todos eles.

O PS, o PCP e o BE estão em pânico, afinal vamos todos saber que não há diferença nenhuma entre o banco público e os bancos privados. Por acaso até há bancos privados sem problemas e isso assusta muito.Só faltava agora que a CGD estivesse acima do escrutínio do contribuintes por ser pública.

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