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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Enquanto houver futebol e praia não há plano B

A Caixa Geral de Depósitos e o medo que os partidos têm de abrir a Caixa de Pandora. Não há inquérito parlamentar, avança-se com um inquérito forense, o que eles querem é esconder, o que eles querem é prejudicar o banco público. E pode-se saber quem são os 50 principais devedores da CGD ? Não, não pode. 

E com reversões, futebol e praia se enganam os tolos. Acabada a silly season a realidade cai que nem uma derrota futeboleira em cima dos pagantes. Vamos ao Plano B, com cortes na despesa e aumentos de impostos. E o que é que se passou no BANIF ? Não se podia ter feito o mesmo que se fez no BES ?

Hoje o Tesouro foi ao mercado levantar mil milhões de euros com boa procura mas juros mais altos. Os mais altos desde Junho do ano passado. E a dez anos passaram os 3% e lá continuam. Com futebol e praia não se nota há que tomar as medidas chatas agora. Dezanove (19) administradores na CGD ? E sem tecto salarial. Cá vamos cantando e rindo.

A economia ressente-se. Tem carência de novos investimentos, a criação de emprego é fraca e a taxa de desemprego não desce o suficiente. É esta a ideia. Para a economia descolar, precisa de fazer "mais reformas estruturais", não dar a ideia de que está a reverter as que já foram feitas. Os aumentos do salário mínimo, que não estão em linha com as capacidades da economia, e de outros salários acima dos ganhos de produtividade são também muito criticados.

Mas quem é que quer saber tendo a equipa de todos nós ao assalto ao caneco europeu 2016 ?

 

 

O murro na mesa do Primeiro Ministro

Há limites para tudo dizia o primeiro ministro referindo-se às greves do estivadores. E depois acrescentou que está provado que se pode governar sem manifestações. Palavra dada palavra honrada, não só não há acordo nenhum como 5ª f os estivadores de todo o país manifestam-se em Lisboa em frente da Assembleia da República.

Este governo perante a avalanche de maus indicadores económicos vende ilusões e vai empurrando os problemas para a frente. 

O grande alvo dos estivadores é a lei do trabalho portuário (Lei n.º 3/2013), aprovada pelo anterior Executivo de Passos Coelho com os votos favoráveis do PS e que o atual Governo já garantiu que não vai alterar.

"Não vamos alterar a lei do trabalho portuário. O Governo não vai alterar a lei do trabalho portuário e não se trata de pressões, ou não. Não vai alterar a lei aprovada com os votos favoráveis do PS [...] na medida em que se trata de uma adaptação à legislação comunitária", afirmou na terça-feira no Parlamento a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino.

Este governo é precário como precários são os seus limites

Os ingleses tomam uma má opção se seguirem o exemplo do seu país diz a Primeira Ministra Norueguesa

A Noruega em referendo não aderiu à UE. A primeira ministra ao fim de dez anos diz que foi uma má opção. Porque embora tenha negociado uma relação comercial especial com Bruxelas não pode participar nos processos de decisão e tem que cumprir as mesmas regras dos estados membros. É o que vai acontecer com o Reino Unido que até pode deixar de ser unido com a possível independência da Escócia que quer manter-se na UE.

“Esse tipo de ligação vai ser dificil para a Grã-Bretanha, porque Bruxelas passará então a decidir sem que os britânicos tenham a possibilidade de participar no processo decisivo”. Para além de provavelmente vir a ter aceitar regras europeias de comércio, a Grã-Bretanha também será colocada numa posição secundária na definição da estratégia de defesa, frisa Solberg.

O sindicato-patrão não assinou acordo no porto de Lisboa

Os estivadores através do seu sindicato querem controlar a admissão de trabalhadores e as condições de trabalho em oligopólio.  Como era fácil de prever não há acordo nenhum e o prazo limite já foi ultrapassado bem como o inglório murro na mesa do primeiro ministro.

Como, entretanto, se começam a conhecer as consequências das greves contínuas, como a ruptura de stoks dos medicamentos na Madeira, o sindicato sacode a água do capote.

António Mariano disse que os operadores estarão a tentar “introduzir condições no contrato coletivo de trabalho” que não constavam e que contrariam o acordo celebrado a 27 de maio. Não há garantias que o acordo seja fechado em breve.

“A lei foi aprovada por 80% dos deputados da Assembleia da República. Não podemos ter um grupo de 85% [de estivadores] a dizer: ‘Nós não queremos essa lei'”.

20% dos deputados ( PCP+BE ) como paga do apoio ao governo PS mandam no Porto de Lisboa. Como mandam nos transportes públicos e na Educação. É muito caro e António Costa logo que puder vai livrar-se do fardo. Se tiver tempo.