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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O petróleo do Mar do Norte acabou o do Algarve está a nascer

Tornou-se proibitivo explorar o petróleo do Mar do Norte aos preços actuais. As condições são muito difíceis em grande profundidade e num mar muito agitado onde as ondas podem chegar aos 40 metros. Além disso mais de 2/3 dos poços já estão esgotados. O mesmo está a acontecer na Bacia do México. O contrário do nosso mar onde as condições de exploração são competitivas aos preços actuais ( 50 dólares).

Mas mesmo assim há quem se oponha à exploração do petróleo e do gaz no Algarve por supostamente prejudicar o turismo. Quem sabe do assunto em Portugal ( Partex e Galp) já veio dizer que não há problemas ambientais nem visuais porque a exploração se faz directamente no fundo do mar sem plataformas à superfície.

Mas cá em Portugal como não sabemos para onde vamos nem o caminho que queremos seguir até o petróleo é uma má notícia. Não há bom vento quando não se conhece o porto seguro.

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António Costa a apelar à emigração de professores ?

Caiu o Carmo e a Trindade quando Passos Coelho lembrou que a emigração é uma boa saída para quem não consegue emprego. Sempre foi assim em Portugal  E, hoje, a emigração é esclarecida, não vai à sorte nem à aventura, a maioria sai daqui com contrato de trabalho e com apartamento para os primeiros tempos. Acrescem os conterrâneos que já lá estão .

Quem fica muito incomodado são os acomodados, os que têm trabalho certo e que não fazem nada para ajudar quem passa por um momento difícil. E, convenhamos, passar os melhores anos da vida no desemprego ou em empregos medíocres não é coisa que se recomende.

Tanto é assim que é agora António Costa a lembrar aos professores desempregados que o ensino do português em França é uma boa oportunidade para encontrar emprego. Oportunidade sim, sem dramas.

Isto é obviamente muito importante para a difusão da nossa língua. É também uma oportunidade de trabalho para muitos professores de português que, por via das alterações demográficas, hoje não têm trabalho em Portugal e que podem encontrar aqui, mas é também um grande desafio para a nossa tecnologia e para a capacidade de fomentar o ensino à distância”, considerou.

O SNS também depende do nosso envolvimento com a UE

Inovação é a palavra chave também na saúde. Sem inovação o SNS tem mais dez anos de vida e sem envolvimento com a UE perdemos o comboio.

“Nem sempre investir mais dinheiro aumenta os ganhos em Saúde.” Sobretudo quando faltam boas ideias. E o sector dos medicamentos inovadores é um dos que habitualmente está sob crítica. “Coloca-se uma grande questão, se o custo do medicamento está adequado à efetividade do tratamento”.

A necessidade de portugueses mais informados sobre a saúde é premente quando se sucedem novas tecnologias que, obviamente, trarão ganhos a quem melhor as conhecer ou utilizar, sejam medicamentos inovadores, dispositivos médicos, aplicações móveis ou outros. É o início de uma Era de Saúde Digital que, mal aproveitada, aumentará o fosso entre quem tem capacidade de tomar decisões e quem não está a apto a fazê-lo. E isso também é verdade ao nível dos países.

“Estamos envolvidos em diálogos na UE para que possamos conseguir um bem maior: que nenhum cidadão europeu fique afastado da boa inovação, da inovação que é disruptiva, por razões de natureza económica.”

Tudo isto resultou de uma reflexão conjunta de profissionais da saúde. Quando ouvimos os radicais falar de saúde percebemos que o SNS não pode estar entregue a políticos.