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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A CGD e o controlo público da banca

Eu sou pela CGD pública entenda-se mas, daí ao controlo público de toda a banca como querem o PCP e o BE vai uma distância incomensurável.

O BES é um mau exemplo de um banco privado que desapareceu na voragem da ganância de uns quantos. A CGD é um mau exemplo de um banco que caiu nas mãos de irresponsáveis protegidos pelos negócios finos do estado. Que venha o diabo e escolha.

Mesmo assim o BES ( banca privada) tem rosto a quem pedir responsabilidades. A CGD nem isso. É um poço sem fundo . Um buraco escuro onde o dinheiro desaparece .

O estado nos últimos anos já lá meteu 3,2 mil milhões de euros agora prepara-se para lá meter mais 4 mil milhões. Para onde foi o dinheiro ? Por entre os inquéritos parlamentares a CGD passa pelos pelos pingos da chuva. De que têm medo os deputados ?

A administração da CGD vai ter 19 administradores agora tem 14. Mesmo com tanto administrador ninguém vê nada. O crédito mal parado, os empréstimos para controlar o BCP. 

A CGD pública não dá lições a ninguém de boa gestão e administração dos dinheiros que lhe foram confiados.

O "Brexit" ganha nas sondagens mas perde nas apostas

É preciso que a pressão da ameaça de saída da UE se mantenha até ao fim salvo se isso se traduzir em perdas financeiras. Ora essa é a diferença entre sondagens e apostas. Nestas últimas fala mais alto o dinheiro e por isso o "Brexit" não ultrapassa uma percentagem de 30%. O pragmatismo do povo inglês é irreversível mesmo em relação à permanência na UE.

Casa de apostas Cotações Probabilidade implícita
  Ficar Sair Ficar Sair
888 1/3 11/5 71% 29%
32Red Sport 1/3 11/5 71% 29%
Bet Victor 1/3 9/4 71% 29%
Betfair 1/3 23/10 71% 29%
Betway 1/3 9/4 71% 29%
BoyleSports 1/3 23/10 71% 29%
Sportingbet 1/3 9/4 71% 29%
Unibet 1/3 11/5 71% 29%
Bet 365 4/11 11/5 70% 30%
Betfred 4/11 9/4 70% 30%
Coral 4/11 9/4 70% 30%
Matchbook 2/5 11/5 70% 30%
Paddy Power 4/11 11/5 70% 30%
Sky Bet 4/11 9/4 70% 30%
Totesport 4/11 9/4 70% 30%
Ladbrokes 4/11 2/1 69% 31%
Stan James 1/3 2/1 69% 31%
William Hill 4/11 2/1 69% 31%
Winner 4/11 2/1 69% 31%
Betdaq 4/11 7/5 64% 36%
Fonte: Oddschecker.com a 6 de junho de 2016 às 10h00. Cálculos: Observador.

Um subsídio por estar vivo

A ideia já tem 500 anos e vai fazendo o seu caminho. Mas o empurrão decisivo será a 4ª revolução industrial, a era digital, que aumentará a capacidade de produção de riqueza com menos gente. Não haverá emprego para todos.

A Suíça em referendo rejeitou a ideia mas há outros países na Europa  a testar no terreno . E no Canadá há uma região que também está a implementar a medida.

Por cá em Portugal as contas feitas apontam para um montante de 40 mil milhões que seria compensado com a substituição de todos os presentes subsídios e a poupança em papel, luz, combustíveis, água, transportes e tudo o que uma multidão de gente gasta. Alguns trabalhariam menos horas, outros dedicar-se-iam à família e ao trabalho social .

Uma melhor saúde, menos horas perdidas no trânsito e o apoio aos seus mais que compensariam o subsidio . A educação seria repartida entre as escolas e as famílias. Melhor ensino, maior proximidade. A adimistração pública seria poupada a milhões de processos e horas de trabalho.

O mundo já produz o suficiente para todos é agora necessário melhorar a qualidade de vida.

 

 

Dependerá da extrema esquerda

Este é o homem da bomba atómica. Não pagamos a dívida. Até as pernas ficam a tremer em Bruxelas. O PS , sem maiorias absolutas já dadas como impossíveis, passará a depender do PCP e do BE. Até ao momento que tiver que se confrontar com a sua natureza europeísta.

Deixar de depender da direita para governar e passar a depender da extrema esquerda é bom ?

Durante os três dias do Congresso, ninguém lembrou que a União Europeia é um espaço político de democracia e progresso; que a solidariedade europeia atual nos ajuda e moderniza; que o dinheiro que nos é enviado todos os dias de Bruxelas nos afasta da miséria e da pobreza. Ninguém disse uma coisa óbvia: com neoliberalismo ou sem neoliberalismo, a União Europeia — a de hoje, a que existe — faz de nós um país melhor.

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