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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O BE não é boa companhia para a Região Franca da Madeira

As propostas do BE para a Região Franca da Madeira são um "disparate ideológico de uma esquerda caviar que se julga sozinha neste mundo , um verdadeiro atentado à economia regional". Quem assim fala é o Presidente do Governo Regional da Madeira.

Um "disparate ideológico sem pés nem cabeça" e um "exercício de autoflagelação" que só pode vir "de uma esquerda caviar que não vive neste mundo". É desta forma que Miguel Albuquerque, líder do Governo Regional da Madeira, comenta as propostas do Bloco de Esquerda que pretendem limitar os benefícios fiscais concedidos pela Zona Franca às empresas.

Pensam que as empresas não fazem planeamento, que podem continuar a alterar a legislação todos os dias. E acham que o emprego é criado por decreto e o dinheiro nasce de geração espontânea. (…) Quando estamos a concorrer com praças europeias, temos de manter alguns dos requisitos que são fundamentais para termos competitividade", argumenta.

Não desvendando se já falou com o Governo e o PS, Miguel Albuquerque deixou contudo um conselho: "O Governo fala, e bem, que é preciso Portugal ter investimento. Agora, é preciso cuidado com as companhias". 

O voto útil que ensombra o congresso do PS

O BE está a crescer à custa do PS. É o voto útil que deixou de ter razões para se concentrar no partido. Se o BE está ou influi nas decisões do governo então votar no BE é uma boa solução. É por isso que o BE não se cansa de tirar partido de todas as medidas que são implementadas.

Já com o PCP a questão está circunscrita aos 400 000 votantes leais. O partido nunca conseguiu encaminhar para si o voto útil à esquerda. Foi isso que levou o PS a ganhar eleições no passado mas que não ganhou nas mais recentes nem mesmo nas últimas legislativas depois dos três anos da tróika.

Esta é a grande dúvida que inquieta o Congresso Socialista deste fim de semana. Agudizada pelas más notícias na vertente económica onde tudo corre mal. Aliás, o próprio Primeiro Ministro já fala em orçamento rectificativo e as sanções europeias são mais sérias do que se previa inicialmente.

Neste cenário o PS pode ter que percorrer a via sacra que os partidos socialistas na Europa têm percorrido, com uma efectiva redução da sua votação. Mas não parece que o país ganhe com um PS fragilizado e um BE fortalecido.

O PODEMOS de Espanha e o Syriza da Grécia pairam no  Congresso Socialista. Francisco Assis e outros dirigentes socialistas já avisaram e não estão com a solução governamental encontrada.

 

A autonomia e proximidade da escola privada são amigas de professores e alunos

A inovação, a mudança, a comparação entre modelos distintos de gestão. Na escola privada há mais flexibilidade e mais proximidade o que leva a uma maior autonomia. Ao contrário a escola pública depende da burocracia do ministério, mastodonte, e dos interesses corporativos dos sindicatos.

É por isso que as ideias amigas dos alunos e dos professores nascem nas escolas privadas.

Com o fim dos exames nacionais no final de cada ciclo de ensino, que foi decidido pelo atual governo, a AEEP considerou que seria desejável manter uma avaliação e daí a ideia destas provas. Propôs então ao IAVE que elas pudessem ser feitas online, uma vez que isso simplifica tudo: elimina os custos com o papel, a recolha e transporte das provas e torna a sua correção muito mais simples.

Hélder de Sousa, presidente do IAVE, afirma que a experiência pode no futuro ser estendida às escolas públicas, e "numa primeira fase, às provas de aferição".

Como se sabe uma das bandeiras dos sindicatos foi sempre impedir a avaliação de professores e alunos.

O rendimento básico incondicional para todos

Há um referendo brevemente na Suíça e um teste na Holanda já em 2017. A Finlândia também está na linha da frente. Como reagem as pessoas ao receberem um rendimento mínimo de 800 euros a 1 000 euros ? Caiem na armadilha da pobreza não procurando trabalho ?

Desde 1960 que esta questão tem sido abordada nos US e na Europa . A enorme carga burocrática do actual sistema seria aliviado.

O Rendimento Básico Incondicional (RBI) visa garantir a todos os cidadãos um rendimento mínimo que permita assegurar a subsistência.

O movimento foi relançado na América do Norte nos anos 1960, em pleno movimento pelos direitos cívicos, e na Europa ocidental em 1986, com a criação da Rede Europeia para o Rendimento Básico (Basic Income European Network, BIEN), com sede em Lovaina, Bélgica, que alterou o seu nome em 2004 para Rede Mundial para o Rendimento Básico (Basic Income Earth Network).

Na Europa de hoje, um grupo de organizações lançou em 2013 uma petição para pedir às autoridades da União Europeia (UE) iniciativas para a realização de estudos e projectos-piloto de rendimento básico incondicional no continente.

O estado social europeu é uma das maiores invenções sociais da humanidade e continua a explorar novos caminhos.