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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Sempre achei este gajo avançado para o seu tempo

Primeiro trocou uma bela mulher jovem por uma divorciada de meia idade e feia . As mulheres a quem eu dizia isto, respondiam que era uma prova de profundo amor . Seja, mas nunca me conformei. Uma mulher linda como a Diana não se deixa, somos deixados. E isto é universal.  Agora sabemos que o Charles anda com rapazinhos o que já explica o seu grande amor à feiona e o seu desapego à boa como o milho. Ele não se importava...

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Misericórdias são demasiado grandes para fechar

De vez em quando os extremistas tocam e fogem mas as misericórdias são demasiado importantes para abandonar. António Costa quer aumentar as parcerias entre o estado e as misericórdias. Aí estão as razões :

Na sessão de abertura falou ainda Silva Peneda, presidente da assembleia Geral das Misericórdias (sucedeu a Maria de Belém Roseira), que sublinhou a importância da economia social. "Ela abrange 10 mil instituições, que empregam 250 mil trabalhadores, o que representa 6% do PIB e 5% da população ativa e pode trazer respostas valiosas para o emprego, inclusão e luta contra a pobreza, aprendizagem ao longo da vida e acesso a serviços de qualidade".

PCP e BE cairam na real segundo Marcelo

A realidade está acima dos ideais e PCP e BE têm sabido conter-se. "Ambos tinham dúvidas sérias em relação à NATO e uma posição crítica em relação à UE, eram muito críticos no que diz respeito ao mecanismo para o défice". Mas, "a disposição para o compromisso e a vontade de apoiar o Governo foram, até agora, mais fortes do que os ideais".

"Portugal passou em 40 anos de uma economia colonial para uma economia de mercado europeia e ao mesmo tempo construimos uma democracia. Isso custou dinheiro". E lembra que foi a Europa que em 2007 aconselhou: "Vamos fazer o que Keynes disse, avançar com investimento público. Foi o que fizemos e o resultado é o valor da dívida".

O que não disse é que por estes dias a dívida não deixa de crescer e as taxas de juro a dez anos não baixam dos 3%. Para não falar no investimento que não há. E isso deve-se à falta de confiança dos investidores no apoio de PCP e BE ao governo. Um custo para o país visível mas difícil de mensurar.

A fingir que a escola pública está em perigo

Uma petição em defesa da escola pública como se ela estivesse em perigo . Nesta medida não existe a menor atenção à qualidade relativa das escolas e da educação ministrada, aos interesses de pais e alunos, à estabilidade emocional de crianças e jovens. Não interessa se a escola é boa ou má, se os professores têm ou não qualidade, e faz-se tábua rasa do que pensam os cidadãos envolvidos. Conta apenas a classificação administrativa e o poder do sindicato. O mesmo ministro que decidiu alterar os exames com o ano lectivo em andamento impõe agora, em tempos de avaliação, uma enorme incerteza a centenas de alunos, sem se preocupar minimamente com os efeitos naqueles que são a sua responsabilidade.

E a Fenprof não está preocupada com as centenas de professores que ficam desempregados