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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Como avalia os primeiros seis meses da actuação do governo ?

A enorme capacidade de manter a solução encontrada com apoio da extrema esquerda e a propaganda política com a extraordinária capacidade de manter a atenção nas promessas de um amanhã que canta apesar da realidade ser muito diferente .

Actuação muito bem conseguida e de acordo com as expectativas.
1) objectivo: aumento do emprego; resultado: destruição de 48 mil postos de trabalho no 1º trimestre de 2016;
2) objectivo: PIB a crescer a 1,8% ao ano; resultado: crescemos a 0,8% ao ano sendo necessário crescer a 2,1% ao trimestre daqui até ao final do ano para se alcançar o objectivo “realista”;
3) objectivo: aumentar o investimento; resultado: “o investimento desacelerou significativamente” (fonte INE) e ainda taxas de juro a subirem em contra ciclo com as da zona euro (em 6 meses a taxa de juro a 10 anos desceu para a Alemanha 0,4 pontos percentuais, e para a Espanha 0,1 pontos percentuais, …); 1) objectivo: reduzir a dívida pública; resultado: aumentou 4.000 milhões de euros no 1º trimestre de 2016.

A economia de partilha avança com a oposição comunista

Tentar travar a inovação na economia é como querer parar a água de um rio com as palmas das mãos. Profundamente conservadores, nós por cá , estamos contra tudo o que põe em causa a vidinha tal qual a conhecemos. A última vez foi com a UBER e com a AIRBNB. 

Os eurodeputados aprovaram esta quinta-feira, em Bruxelas, um relatório para “libertar todo o potencial do mercado único”, nomeadamente através da reforma do IVA e legislação para a economia colaborativa ou de partilha, como os casos da Uber e Airbnb.

Aprovado em plenário, o relatório notou os “benefícios e os desafios” económicos, sociais e ambientais dos novos modelos de negócio, por exemplo a nível de aluguer de viaturas com condutor (Uber) e de casas (Airbnb).

Lá como cá os comunistas estão contra : Neste debate, o eurodeputado do PCP João Pimenta Lopes comentou que os mais de 20 anos de mercado único “significam o acelerar do processo de concentração capitalista a favor de grupos monopolistas”, privatizações e “liberalização de setores estratégicos” do Estado.

“O grande capital monopolista quer ainda a liquidação das funções sociais do Estado e dos direitos laborais”, acrescentou o português, garantindo que o mercado único “não serve os interesses dos trabalhadores e dos povos”.

Os cortes nas escolas em associação são ilegais

A lei consagra as escolas particulares e cooperativa como alternativa e não como complemento à escola estatal :

“Houve, em 2013, uma intenção legal de celebração de contratos de associação com as escolas particulares e cooperativas como alternativa à criação, manutenção ou expansão da rede pública, enquanto forma de garantir algum espaço de livre escolha das famílias”, defende-se no parecer que é hoje entregue a Marcelo Rebelo de Sousa, pelas 17:00.

O constitucionalista salienta que, desde 2013, o Estatuto dos Ensino Particular e Cooperativo (EEPC) deixou de restringir a existência de turmas com contrato de associação às zonas onde a oferta pública não seja suficiente para garantir o acesso à escolaridade obrigatória.

“Ao optar pelo mero incumprimento do contrato, desaplicando a lei com fundamento em ilegalidade ou inconstitucionalidade, está a violar o princípio da separação dos poderes, usurpando atribuições judiciais. Por outro lado, o Estado também não tem poderes para declarar unilateralmente a invalidade, total ou parcial, do contrato, com esse ou qualquer outro fundamento”, defende-se no parecer.

Mário Nogueira classifica Stalin como um "sujeito criminoso"

O sindicalista comunista vai ter problemas com o seu partido. Chamar "sujeito criminoso" a Estaline não é para todos. É o primeiro que sem sair do partido se atreve a tanto embora desconfie que não mediu as consequências

Mário Nogueira está longe de ser uma "virgem ofendida" tantos foram os excessos de linguagem que usou para com os vários ministros da educação. Agora provou do próprio veneno.

 O sindicalista sempre se caracterizou pela adopção de uma linguagem excessiva e colocada ao serviço de um fanatismo corporativo-ideológico que só tem paralelo no comportamento dos estivadores do porto de Lisboa.

Nisso, aliás, não se diferenciou do comportamento geral da extrema-esquerda que nos últimos anos rebaixou deliberadamente o nível da discussão política em Portugal. Basta ver como os deputados do PCP e do BE actuam no Parlamento para perceber a que ponto a degradação da linguagem constituiu uma opção política consciente.

Escasseia a Nogueira a força moral para se arvorar em vítima. A sua reacção é a de quem não compreende a força da democracia. 

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