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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O alucinado quer a educação só para ele

Aquele sindicalista que tem co-governado a Educação nos últimos vinte anos ficou muito chateado por os jovens da JSD o terem comparado a Estaline mas, nada diz, por o terem transformado no "master" do ministro Tiago feito numa marionete. Esta última é verdade ? 

O sindicalista cego pelo que ouviu nas reuniões na 5 de Outubro da boca do ministro e da secretária de estado, não se segurou e veio gabar-se que não só gostava muito deles como os ia avaliar periodicamente. Ainda tentou recuar mas já não foi a tempo. É que a sua reputação é de tal ordem que manchou de vez a dos governantes.

Quem promove greves atrás de greves, quem faz greves aos exames dos próprios alunos, quem destrói paulatinamente todo o ministro que não pensa como ele não pode queixar-se de excessos de liberdade de expressão. Quem persegue os membros de um governo democrático pelo país cantando "grândolas" e enxovalha um presidente da república que desmaiou, não pode queixar-se de nada. Ele bateu no fundo.

Vai para tribunal. Palavra que pela primeira vez na minha vida vou assistir às sessões carnavalescas, desculpem, públicas do tribunal isto no caso de o queixoso não meter a viola no saco assim como quem não quer a coisa. Estou a ver a acusação a chamar-lhe estalinista e ele a meter processos.

Quem não vai gostar é um partido que eu cá sei e que sem ele o pobre do alucinado sindicalista vai volta a dar aulas.

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Marcelo está a ser irritante com o governo

O Presidente da República vai deixando cair o que pensa publicamente como quem não quer a coisa. Até às autárquicas estamos estáveis a seguir temos que fazer contas. Bem pode vir dizer depois que não está a anunciar a queda do governo.

Face à evolução da situação só um milagre é que não porá Marcelo e Costa em confronto. Os sinais da economia são maus demais e os avisos de Bruxelas não deixam dúvidas. Os maiores críticos já ameaçam que as sanções são mesmo para aplicar. Ora, Marcelo, não pode deixar-se arrastar para uma eventual situação negativa abraçado ao governo, tem que estar o menos possível condicionado para tomar decisões nacionais e difíceis.

Sem problemas graves com Bruxelas( orçamento para 2017) o prazo de validade são as autárquicas.

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A verdadeira razão dos estivadores

Nacionalizar os portos, propõe o sindicalista que lidera a greve dos estivadores no Porto de Lisboa. É um sector que dá lucro o estado podia receber mais receitas. Esta é a verdadeira razão da luta que se prolonga já por tanto tempo.
"É um sector que dá bastante lucro, que factura milhões e com pagamentos garantidos e se fosse público haveria mais receitas para o Estado e para a cidade (Lisboa) e deixávamos de ter aqui o Estado de Singapura ou as empresas da Turquia a tirarem dividendos anualmente".

Assim está melhor já percebemos a motivação. O problema é se a nacionalização acaba com o lucro. As empresas públicas não são bons exemplos de empresas lucrativas bem pelo contrário e, ainda por cima, estando em concorrência global como é o caso dos portos é capaz de não ser uma boa ideia.

Mas é claro que uma empresa pública assegura estabilidade, vencimento certo, progressão automática na carreira. E greves quando são necessárias para ajudar a luta partidária. O problema é que acabam quase sempre como um peso para os contribuintes.

O Porto de Lisboa perdeu importância nos últimos 10 anos

Em 2015 o Porto de Lisboa representava 13% de toda a movimentação portuária. Sines e Leixões representavam 75%. Esta tendência acentua-se com as greves em Lisboa.

Os sindicatos querem controlar a operação portuária em Lisboa e exigem o monopólio da contratação de estivadores. Não há uma única empresa que aceite esta exigência. Em primeiro porque não é essa a natureza dos sindicatos nem a sua função, em segundo, porque largando de mão a gestão dos recursos humanos a administração ficaria atada de pés e mãos.

É uma batalha que tem um final conhecido percebe-se mal que PCP e BE incitem à luta .É que nos outros portos a situação é diversa da que está na mira dos sindicatos em Lisboa e, compreende-se mal, que esta bandeira não seja erguida pelos sindicatos de todos os outros portos no país.

Os prejuízos causados em todo o território está a fazer pender a luta para o lado da administração. Note-se que se trata de uma luta entre privados onde o governo não tem capacidade de decisão.

O facto de existir mais do que uma empresa de trabalho portuário no porto de Lisboa, garante Lídia Sequeira, também não deve ser uma razão, sublinhando que os portos de Setúbal e de Aveiro estão na mesma situação.

Os salários de deuses menores

Uma vez nos idos de setenta li um cartaz levantado por um trabalhador que dizia  " Dá-me o teu aumento que eu dou-te o meu ordenado". Ficou gravado.

No entanto não havia as disparidades que hoje encontramos nas grandes empresas. Creio que o salário deve reflectir o valor do trabalho produzido por cada trabalhador mas é por isso mesmo que me questiono sobre os valores que podemos encontrar na lista seguinte. Qual é o limite ? Veja aqui:

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