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BandaLarga

as autoestradas da informação

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E a economia deixa chegar às autárquicas de 2017 ?

Marcelo aponta as autárquica de 2017 como o momento de fazer o ponto da situação. Até lá estabilidade é precisa. De acordo. Agora é necessário que a economia deixe.

Hoje Bruxelas avisou que "há muitas razões para as sanções" e a Moody´s não acredita no défice abaixo dos 3%.

O Presidente diz que o infortúnio do governo não beneficia ninguém o que é verdade. O problema é que isso devia ser dito a quem anda a fazer de conta que não percebe que até aqui a economia vai de mal a pior. E fechar os olhos não significa estabilidade como já vimos com os governos de José Sócrates. Muitos gritavam que o rei ia nu mas a multidão festejava.

Marcelo não pode ( nem deve) dizer outra coisa, o problema  é, se António Costa vai estragando ( distribuindo o que não há para distribuir) para se manter no poder e governar para as eleições. Aumentar salários à função pública e aos pensionistas bem como repor as 35 horas ( também à função pública) não são exemplos de medidas  eleitoralistas ?

Depois o BCE já avisou que o programa de compra da dívida está a chegar ao fim o que alavancará as taxas de juro da dívida 2,2 p.p para cerca de 5,5%. E com este desastre chegamos às eleições autárquicas estáveis?

As más escolas públicas estão cheias de alunos pobres

Resolver este magno problema devia ser a prioridade das prioridades na Educação. Porque os colégios privados estão cheios de alunos ricos e as boas escolas públicas estão cheias de alunos remediados. Para os pobres é que não há oportunidade nenhuma de aceder a uma boa escola.

Mas o que se discute na educação são as carreiras e a colocação dos professores e mais recentemente obrigar os alunos a frequentar a escola pública que rejeitam. Uma humilhação para as escolas rejeitadas.

O governo decide alegremente pelo povo, retirando a liberdade de escolha dos mais pobres. Pois os mais ricos ainda podem pagar para manter essa mesma liberdade. Enquanto houver iniciativa privada em Portugal. Até serem todos pobres e todos iguais… a depender do Estado e dos sucessivos governos.

Continuando a implementação das suas políticas de esquerda, o governo defende a sua liberdade de escolha decidindo o melhor pelo povo, para o povo. E a sua melhor escolha é pela escola pública para os mais pobres, deixando os colégios privados só para os mais ricos, que podem pagar pela sua educação.