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BandaLarga

as autoestradas da informação

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E o governo tem para a troca ?

António Costa dá metade dos contratos de associação com os colégios privados e retira as 35 horas. PCP e BE dizem que não chega.

O problema é que os colégios cortados poupam 30 milhões enquanto as 35 horas custam muitas centenas de milhões. Ora isto conta para o governo mas não conta para a extrema esquerda.

Mais que governar, António Costa faz um exercício de equilíbrio sem rede. Tira de um lado para pôr no outro. Dá na Educação para retirar no horário de trabalho. Mas, é claro, para a extrema esquerda, insaciável, o ganho não conta. Até onde e até quando ? 

 

Depois dos sinais os avisos

Do INE vieram os sinais (maus) do 1º trimestre da economia. Perder emprego,  crescimento e exportações. Tudo a confirmar as previsões que não as do governo. Agora estão aí os avisos.

UTAO não encontra explicações bastantes para rubricas e montantes inscritos no Orçamento. Fala em 2 mil milhões o montante que pode estar em falta.

O Presidente da República diz que andamento poucochinho da economia exige tomadas de medidas e revisão das metas " sem alarmismos".

O Ministro das Finanças reconhece o crescimento débil da economia e que são necessárias medidas.

Bruxelas ameaça com sanções e BCE avisa que o programa de compra de dívida portuguesa está a chegar ao fim.

João Salgueiro afirma em entrevista que pode vir a seguir o resgate de três bancos e os banqueiros reúnem-se para falar do colapso dos bancos e da dificuldade em sair da situação.

Não paramos de contrair empréstimos embora isso seja visto " como sermos capazes de colocar dívida". Só pede empréstimos quem não tem dinheiro próprio

Estamos feitos...

 

Pague-se a melhor escola

Financiar uma má escola e fechar uma boa escola só porque uma é pública e a outra é privada só cabe na cabeça de um estalinista, seja sindicalista ou não.

"Portanto, anda bem o Governo - à semelhança do que fez o anterior, aliás - em colocar em cima da mesa argumentos de racionalidade financeira. Mas isso implica ir mais longe e sem preconceitos ideológicos. Em particular, quando terminarem os prazos dos contratos, deveria ser feita uma avaliação das escolas públicas e privadas existentes numa mesma zona geográfica em termos de custo-benefício, uma equação de que a esquerda foge habitualmente como o diabo da cruz… E se a escola privada se revelar melhor e mais vantajosa, haja também coragem de optar por ela e fechar a escola pública."

E há que equacionar outros modelos como o cheque ensino e reforçar a autonomia e a municipalização para que a estatização, no mínimo, seja atenuada. Há que beneficiar os alunos e não os interesses ideológicos e sindicais.