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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Na Holanda 70% das escolas têm contrato com o estado

Em Portugal andam à volta do 1% e até com tão baixa percentagem querem acabar. Mais uma vez devemos ser nós, alegretes e pobretes, quem tem razão. A Holanda, a Alemanha, a Finlândia e outros que tais, que consagram o direito à liberdade de escolha, não têm razão nenhuma. Como é habitual.

Os pais de crianças em escolas privadas “são tão contribuintes como os outros e também financiam as escolas estatais”. ”E estas últimas – que são de nós todos – deverão atender ao que os pais pretendem para os seus filhos, em termos de valores a transmitir”.

Não, para o jovem soviético, pobre é pobre e nem pensar deixar de ser pobre. Sem os pobres, que não têm outro remédio do que frequentar a escola do Estado, os partidos de esquerda deixavam de mamar votos nas eleições. Sem a escola pública para pobres, os professores deixavam de alimentar a FENPROF do Nogueira e o Estado lá perdia uma mão-cheia de funcionários públicos que dão votos aos partidos de esquerda, que não vivem sem pobres e sem a escola pública para pobres. Remédio santo seria mesmo acabar com a escola pública. Com o dinheiro que se gasta com o monstro da Educação davam-se cheques aos pais para escolherem livremente a escola para os filhos.

 

Colégios entregam cem mil razões

Professores, pais e alunos entregaram hoje ao PM 50 mil cartas e outras 50 mil ao Presidente da República com as suas razões para defenderem as suas escolas.

Os tais alunos que "são desviados", segundo os sindicatos comunistas da educação, reafirmam a sua intenção de se manterem nas suas escolas e não querem as escolas estatais para onde os querem empurrar. Isto é profundamente humilhante para a escola estatal e para quem a defende.

E se quem defende o monopólio da escola estatal tivesse um pingo de vergonha percebia que há um repúdio generalizado da tentativa de impedir as famílias de exercerem a liberdade de escolha. Mas quem defende o monopólio estatal só tem um desígnio . O monopólio estatal bem à maneira soviética que tão maus resultados deu.

Já tivemos a mesma luta pela liberdade sindical, pela liberdade de expressão e pela iniciativa privada dos cidadãos. Estamos pois, perante uma luta que o povo sempre venceu. Os mesmos de sempre não desistem de nos submeter à sua vontade anti-democrática. O povo de sempre mais uma vez vencerá.

O estado educador

Não à liberdade de escolha, sim aos aplausos de Mário Nogueira o sindicalista braço armado do PCP. Contra todos os ministros que passaram pela pasta, do PS , do PSD e independentes. O actual ministro abre enfim a porta à estatização do ensino pela mão da Frenprof.

...dar a mão à Fenprof equivale abraçar o seu projecto para o sistema educativo, isto é devolver-nos a 1976, a um sistema educativo fechado sobre si próprio, estatizante e centralizado, pouco exigente, construído por passagens administrativas, sem avaliação ou informação sobre os desempenhos dos alunos, das escolas, dos professores. 

No caso da Suécia, em primeiro lugar, e depois do Reino Unido, reformas foram introduzidas, desde 1995, no sentido de substituir o quase monopólio das escolas estatais no sistema nacional de ensino obrigatório. Como explicava o Financial Times a 9 de Janeiro de 2007, “[na Suécia] o Estado passou a pagar às famílias, cujos filhos queiram frequentar escolas independentes, desde que estas cumpram certos padrões básicos, sejam abertas a todos, e não cobrem propinas [além das financiadas pelo Estado].”

A mijar para trás como a burra ...